Imagens obtidas pelo portal Bacci Notícias mostram o vídeo enviado por Paula Elen Neves da Silva após matar o companheiro. O caso ocorreu no último domingo (29), em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo.

Veja vídeo chocante que mulher enviou para família após matar companheiro  (Foto: Arquivo pessoal)
Veja vídeo chocante que mulher enviou para família após matar companheiro (Foto: Arquivo pessoal)

Imagens obtidas pelo portal Bacci Notícias mostram o vídeo enviado por Paula Elen Neves da Silva após matar e decapitar o companheiro. O caso ocorreu no último domingo (29), em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo.

Nas imagens, Daniel dos Santos aparece deitado no local do crime, em meio a grande quantidade de sangue. A cabeça da vítima foi encontrada dentro de uma mochila, na sala da residência.

Após o ocorrido, Paula entrou em contato com familiares para confessar o crime. Ela enviou mensagens ao ex-marido, pai das crianças, além da mãe e do irmão. Em depoimento, o ex-companheiro afirmou que só acreditou no relato após receber fotos e um vídeo enviados por ela.

Suposta reação a abuso

De acordo com o boletim de ocorrência obtido pelo Bacci Notícias, Paula Elen Neves da Silva relatou em depoimento que mantinha um relacionamento com Daniel dos Santos havia cerca de dois meses. Na noite anterior ao crime, o casal ingeriu bebidas alcoólicas na companhia de um amigo.

Segundo a polícia, Paula relatou que fingia estar dormindo no chão da sala, ao lado do sofá onde a vítima estava. Em determinado momento, ela disse ter visto o companheiro abrir a fralda de seu filho, de 3 anos. A mulher declarou que reagiu imediatamente, pegando uma faca e desferindo golpes contra Daniel para impedir um suposto abuso.

O caso foi registrado como homicídio qualificado, fraude processual e destruição de cadáver. A perícia foi acionada e realizou análise técnica no local.

A mulher foi presa em flagrante e levada inicialmente a uma unidade hospitalar devido a um ferimento na mão. Após atendimento médico, ela foi encaminhada ao Distrito Policial Central, onde permaneceu à disposição da Justiça.

Posteriormente, a prisão em flagrante foi convertida em prisão preventiva.

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