Um erro de interpretação gerou constrangimento na Câmara Municipal de Fortaleza nesta terça-feira (30).

O vereador Professor Aguiar Toba (PRD) pediu um minuto de silêncio pela suposta morte do comerciante Raimundo do Queijo, de 90 anos.

A confusão surgiu após o parlamentar entender equivocadamente uma reportagem que exaltava o comerciante como patrimônio vivo da cidade.

O mal-entendido foi desfeito quando o vereador Benigno Júnior (Republicanos) ligou para Raimundo, que atendeu ao telefone, confirmando estar vivo.

Reprodução Câmara Municipal de Fortaleza
Reprodução Câmara Municipal de Fortaleza

Um equívoco inusitado marcou a sessão da Câmara Municipal de Fortaleza nesta terça-feira (30).

O vereador Professor Aguiar Toba (PRD) pediu um minuto de silêncio em memória de Raimundo Oliveira Araújo, o “Raimundo do Queijo”, acreditando que o tradicional comerciante da capital cearense havia morrido.

Como foi a confusão

A confusão ocorreu após o parlamentar interpretar de forma equivocada uma reportagem do jornal Diário do Nordeste, que destacava Raimundo, de 90 anos, como um patrimônio vivo da cidade.

Convencido de que se tratava de uma homenagem póstuma, o vereador subiu à tribuna para propor a homenagem fúnebre.

O clima de consternação durou pouco. O vereador Benigno Júnior (Republicanos) interrompeu a homenagem depois de telefonar para o próprio Raimundo, que atendeu à ligação.

“Não procede, amigo. Estou falando com ele agora, graças a Deus”, disse o parlamentar, pondo fim ao constrangimento.

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