Vó Bahiana afirma que sabe o que vai acontecer com Neymar Jr. e Vini Jr. no jogo do Brasil contra a Escócia, nesta quarta-feira (24), às 19h, em Miami. Ela não apenas previu a invasão alienígena que virou notícia em 144 países, mas disse ter estado lá.
“O Vini Jr. e o Neymar estavam do meu lado”, revelou à equipe do Bacci Notícias, em entrevista exclusiva concedida horas antes do jogo.

Neymar com a camisa da Seleção Brasileira
Vó Bahiana ficou conhecida como “Vidente da Copa” após publicar nas redes sociais, em lágrimas, a previsão de que uma nave alienígena invadiria o estádio durante a partida desta quarta. O vídeo viralizou e chegou a 55 línguas e 144 países. Mas o que ela contou ao Bacci Notícias vai além do que qualquer outro veículo mostrou.
O sonho aconteceu duas vezes — em 2 de junho e no dia 12. Na visão, a primeira nave chegou diretamente ao campo de futebol. O alvo era o elenco brasileiro.
“A primeira nave estava chegando pra poder pegar os jogadores”, descreveu. “Do Brasil foi todos, e da Escócia ficaram quatro jogadores no campo.” Foi dentro dessa nave que ela se viu ao lado dos dois astros. “O Vini Jr. e o Neymar estavam do meu lado”, repetiu, ao ser perguntada diretamente sobre o que aconteceria com eles.
Enquanto isso, uma segunda nave, chamada por ela de nave-mãe, se aproximava das arquibancadas. “Eu via 700 na cadeira”, contou, explicando que um dos seres passava a mão sobre cada assento como se abrisse um portal. “Eu via as cadeiras tudo vazia, onde aquelas pessoas estavam sendo carregadas.” A correria no estádio era, segundo ela, caótica. “Muitos choros, você não gritaria, o povo correndo. E o sonho era muito, muito real.”
Vó Bahiana descreveu dois grupos completamente diferentes de seres. Os que vieram com a primeira nave, pelos jogadores, tinham uma aparência que ela classificou como inofensiva. “Era um olhar de negro, de uma pessoa do bem.” Já os da nave-mãe eram outra história.
“Eles só tinham três dedos na mão, a pele era como escama de jacaré e o olhar deles era de muito mal”, disse. Para ela, tratava-se de civilizações distintas com objetivos opostos. “A primeira tivesse salvado algumas pessoas e a segunda veio pra cumprir o serviço que ela deveria.”
Vidente descreve o interior da nave alienígena
O interior da nave também chamou atenção. “Não tinha botões e não tinha piloto. Era tudo como se fosse em portais, onde na hora que eles entravam conseguiam mexer com a mão e andar.” Ela tentou descrever a tecnologia de navegação. “Era como se eles entrassem em outros campos energéticos, outros portais.” Os ufólogos que a procuraram — um dos Estados Unidos e outro do Mato Grosso — fizeram uma pergunta específica.
“Eles perguntaram se o meu sonho era em preto e branco ou se era colorido.” Ela respondeu que era colorido. A conclusão deles: “Eles falaram que eu tive uma projeção do futuro.”
A visão terminou antes que ela pudesse saber o desfecho. Foi quando um dos alienígenas se dirigiu a ela com uma mensagem: “Você precisa ajudar a salvar a humanidade.” Naquilo, ela acordou. “Eu acordei com a sensação da morte, parecia que eu tinha morrido.” Viúva e mãe de quatro filhas, ela conta que o desespero foi além do susto. “Se eu morrer, quem vai cuidar das minhas filhas? Esse medo foi maior.”
A vidente não chegou ao dia do jogo sem sinal. Às 5h40 da manhã desta quarta, no hotel em São Paulo onde está hospedada com a mãe de 70 anos e a filha, algo aconteceu. “Simplesmente o ar-condicionado liga, o micro-ondas liga e o bebedouro de água liga. E liga e desliga e faz um barulho. Três vezes.” Na primeira vez, levou um susto. Na segunda, se levantou do sofá. Na terceira, a filha correu até ela. “Mãe, para de fazer esse barulho.”
“Não sou eu que estou fazendo esse barulho.” Quando a filha acendeu a luz, o barulho parou. O ar-condicionado, que estava desligado, continuou ligado. “Pra mim foi um fenômeno. Nunca aconteceu algo assim na minha vida.”
Outras experiências alienígenas
Não é a primeira vez que ela relata uma experiência desse tipo. Em 2022, em Balneário Camboriú, onde mora, sentiu uma mão em seu pescoço no próprio quarto. “Pra mim era um alienígena. Ele era todo prateado, como se fosse o mercúrio de um termômetro.” Quando se levantou da cama, esferas coloridas começaram a se formar no ambiente, vermelhas, laranjadas, verdes fluorescentes, brancas, e saíram pela janela em direção ao céu. “Eu não tinha bebido, eu não tinha usado nada. Aquilo foi real, eu não sonhei.” No dia seguinte, soube que pilotos de Santa Catarina haviam avistado OVNIs no céu naquela mesma madrugada.
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Ela também não sabia, até a repercussão do caso, que hoje é o Dia Internacional da Ufologia nos Estados Unidos, data que marca o primeiro avistamento de OVNI registrado, em 1947. E tampouco havia calculado a numerologia do dia. “Hoje é 6, que seria 24: 2 e 4, 6. É 6 do mês de junho. E se você colocar 2026, o 6 no final. Dá 666.” Antes de tudo isso, ela dizia não acreditar em extraterrestres. “Eu sou aquela pessoa tipo São Tomé — só acredito vendo.”
Vó Bahiana é ex-pastora formada em teologia e hoje atua como Yalorixá. Afirma ter 23 milhões de filhos de fé e já ter atendido em 46 países. Ela lembra que sonhou com a morte de Marília Mendonça numa segunda-feira, e que a cantora morreu na sexta seguinte. Por isso, diz, não guarda mais visões para si. “Hoje eu prefiro contar meus sonhos. O pior é acontecer e depois ouvir nas redes ‘eu sonhei’, e quem vai acreditar?”
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