As autoridades paraguaias investigam o assassinato do policial William Moral e a morte de um dos suspeitos do crime, um adolescente de 16 anos, que teve o corpo encontrado dentro de um saco no Rio Paraná, no último dia 27 de outubro. A principal linha de investigação aponta envolvimento de uma organização criminosa brasileira no caso.
As autoridades paraguaias investigam o assassinato do policial William Moral e a morte de um dos suspeitos do crime, um adolescente de 16 anos, que teve o corpo encontrado dentro de um saco no Rio Paraná, no último dia 27 de outubro. A principal linha de investigação aponta envolvimento de uma organização criminosa brasileira no caso.
O policial William Moral foi morto a tiros no início de outubro, em Assunção, capital do Paraguai. Câmeras de segurança registraram o momento em que o agente deixava o trabalho em sua caminhonete e era seguido por dois homens em uma motocicleta.
Nas imagens divulgadas pelo programa Alô Você, o atirador, um menor de idade, aparece vestindo uma camisa amarela da Seleção Brasileira, enquanto o comparsa, que pilotava a moto, mantinha contato por celular. Ao alcançar o veículo do policial, o carona efetuou diversos disparos, matando Moral ainda no local.
Após o crime, os dois abandonaram a motocicleta em um posto de combustíveis e fugiram em um automóvel branco. Poucas horas depois, o atirador foi executado, o corpo dele foi encontrado dias depois dentro de um saco, nas águas do Rio Paraná, na região de fronteira com o Brasil.
A polícia paraguaia suspeita que o adolescente tenha sido assassinado para encobrir o mandante do assassinato. O outro suspeito que aparece nas imagens também está desaparecido.
Linha de investigação
De acordo com as autoridades, o policial William Moral havia recusado subornos e denunciado ações criminosas que vinham sendo investigadas no país. Por esse motivo, os investigadores acreditam que o crime foi encomendado por uma facção brasileira com atuação na fronteira.
Até o momento, ninguém foi preso, e a cooperação entre as polícias do Paraguai e do Brasil deve ser ampliada para apurar os vínculos entre os executores e o crime organizado.
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