Segundo Agostina, o silêncio anterior ocorreu por orientação de seus advogados, mas a troca da equipe de defesa permitiu que adotasse uma nova estratégia e se manifestasse publicamente.
Relembre o caso
O caso envolvendo a argentina Agostina Páez teve início em 14 de janeiro deste ano, quando ela teria feito gestos imitando um macaco em direção a quatro funcionários de um bar localizado no bairro de Ipanema. A atitude foi interpretada como ofensa racista e acabou sendo denunciada às autoridades.
Após a apuração do episódio, o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro apresentou denúncia contra a estrangeira pelo crime de racismo. A acusação foi aceita pela Justiça, que determinou a prisão preventiva da investigada no dia 5 de fevereiro.
No dia seguinte, Agostina Páez foi localizada e detida por agentes da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro no bairro de Vargem Pequena. No entanto, ainda na mesma data, a decisão que previa sua prisão foi revogada. Desde então, ela responde ao processo judicial em liberdade enquanto o caso segue em tramitação.
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