O corpo da estudante Vanessa Lara foi localizado em uma valeta no centro de Juatuba, em Minas Gerais, após um drone detectar vegetação amassada em um ponto isolado da cidade. A perícia técnica identificou sinais de extrema violência e trabalha com a hipótese de que um cabo de carregador de celular tenha sido usado pelo assassino. A investigação agora cruza imagens de câmeras de segurança para identificar quem abordou a jovem no trecho final de seu trajeto.
O paradeiro de Vanessa Lara de Oliveira Silva foi descoberto com o auxílio estratégico de um drone, operado pelo fotógrafo Leandro Caetano em suporte à Polícia Militar. O equipamento sobrevoou uma área de vegetação no Centro de Juatuba, onde a análise das imagens revelou indícios de movimentação atípica no matagal.
Ao se aproximarem no local indicado, os agentes localizaram o corpo da jovem de 23 anos ocultado em uma valeta. O ponto exato da localização fica em uma via de baixo movimento, trecho que coincide com o último registro de Vanessa pelas câmeras de segurança após ela deixa o trabalho.
Assista o vídeo:
Ao isolar a cena para o trabalho da Polícia Civil, os peritos criminais identificaram marcas severas de violência física. O delegado responsável pela investigação, André Luiz Cândido, detalhou que as circunstâncias do encontro do corpo confirmam a tese de crime brutal.
“A gente já tem indícios de autoria e estamos em diligência para localizar o suspeito. Preliminarmente, acreditamos em crime sexual seguido de homicídio. O suspeito mora na região e já possui outros crimes sexuais em sua folha de antecedentes”, afirmou o delegado.
De acordo com as primeiras análises técnicas, a principal suspeita é de que o agressor tenha utilizado um cabo de carregador de celular para asfixiar a estudante, uma vez que o objeto foi relacionado aos sinais encontrados no pescoço da vítima.
