Virginia Fonseca voltou a enfrentar um quadro de alopecia areata e compartilhou com os seguidores o início do tratamento para conter a queda capilar. A influenciadora relacionou o problema ao estresse emocional, apontado por especialistas como um dos principais gatilhos da doença inflamatória que atinge os folículos pilosos e pode causar falhas visíveis no couro cabeludo.

Virginia revela tratamento contra doença inflamatória causada por estresse; entenda
Virginia revela tratamento contra doença inflamatória causada por estresse; entenda

A influenciadora Virginia Fonseca revelou que voltou a apresentar sintomas de alopecia areata, uma doença inflamatória que provoca a queda de cabelo em áreas específicas do couro cabeludo. Por meio das redes sociais, ela mostrou aos seguidores uma nova falha capilar e o início do tratamento médico para conter o avanço do problema.

Virginia Fonseca se arrisca em novo esporte. Foto: reprodução/Instagram

Segundo Virginia, o novo episódio foi identificado durante uma visita de rotina ao cabeleireiro, que percebeu uma “plaquinha” sem cabelo. A influenciadora já havia enfrentado a condição anteriormente, em 2024, quando apresentou três áreas de queda durante um período de grande exposição e pressão relacionada ao lançamento de um produto.

O que é a alopecia areata

A alopecia areata é caracterizada como uma doença autoimune, em que o próprio organismo passa a atacar os folículos pilosos. Isso resulta na queda rápida e localizada dos fios, formando áreas circulares sem cabelo e com aparência lisa.

A condição pode surgir em qualquer idade, mas é mais comum entre pessoas de 20 a 50 anos. Embora não cause dor, o impacto estético costuma ser significativo e pode afetar diretamente a autoestima.

Relação com o estresse

Especialistas apontam que o estresse emocional é um dos principais gatilhos da alopecia areata em pessoas com predisposição genética. Em situações de pressão intensa, o corpo libera hormônios que podem desregular o sistema imunológico.

Nesse contexto, o organismo passa a identificar o cabelo como um “inimigo”, iniciando o processo de queda. Apesar disso, o estresse não é a única causa, podendo atuar em conjunto com fatores hormonais, nutricionais e genéticos.

Tratamento e diagnóstico precoce

Virginia mostrou parte do tratamento realizado, que inclui a aplicação de medicamentos diretamente no couro cabeludo para bloquear a inflamação. Esse tipo de abordagem costuma envolver o uso de corticoides, com o objetivo de interromper a queda e estimular o crescimento dos fios.

De acordo com especialistas, identificar os sinais precocemente é essencial para o sucesso do tratamento. Entre os principais sintomas estão falhas arredondadas, couro cabeludo liso, sensibilidade nos fios ao redor da área afetada e alterações na coloração do cabelo ao crescer novamente.

Tratamento pode conter a queda. Foto: Reprodução/Instagram

Impactos além da estética

Além dos efeitos físicos, a alopecia pode trazer consequências emocionais importantes. A queda de cabelo está diretamente ligada à autoimagem e pode gerar insegurança, ansiedade e até isolamento social, dependendo da evolução do quadro.

Por isso, o tratamento vai além da parte dermatológica e pode incluir acompanhamento psicológico e práticas para controle do estresse, como terapia, exercícios físicos e técnicas de relaxamento.

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Ao compartilhar sua experiência, Virginia demonstrou confiança na recuperação. “Vou tratar e vai dar tudo certo também”, afirmou.

Especialistas reforçam que, ao notar qualquer falha no couro cabeludo, o ideal é procurar um dermatologista para diagnóstico adequado, já que existem diferentes tipos de alopecia e cada um exige um tratamento específico.

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