A Polícia Civil do Rio Grande do Sul trouxe à tona novos detalhes sobre o assassinato de Brasília Costa, de 65 anos, cujo corpo foi encontrado esquartejado em Porto Alegre. A cunhada da vítima, Raquel Costa, revelou que Brasília e o suspeito do crime, o publicitário Ricardo Jardim, de 66 anos, se conheceram em um abrigo para vítimas das enchentes, em junho do ano passado.

Vítima e publicitário se conheceram em abrigo na enchente, diz polícia; veja detalhes macabros do crime da mala

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul trouxe à tona novos detalhes sobre o assassinato de Brasília Costa, de 65 anos, cujo corpo foi encontrado esquartejado em Porto Alegre. A cunhada da vítima, Raquel Costa, revelou que Brasília e o suspeito do crime, o publicitário Ricardo Jardim, de 66 anos, se conheceram em um abrigo para vítimas das enchentes, em junho do ano passado.

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O casal, que havia terminado o relacionamento em outubro, voltou a se encontrar há cerca de seis meses. Segundo familiares, Brasília era divorciada e não tinha filhos. A família estranhava o fato de que a manicure nunca havia apresentado Ricardo aos parentes. O homem, por sua vez, dizia ter problemas com a mãe e os filhos, o que justificaria sua reclusão.

A ficha criminal de Ricardo Jardim é macabra. Ele foi condenado em 2018 a 28 anos de prisão por matar e concretar a própria mãe em 2015. No entanto, progrediu para o regime semiaberto em 2024 e se tornou foragido após não comparecer para a instalação de uma tornozeleira eletrônica.

Celular da vítima 

A polícia revelou que, após o crime, Ricardo utilizou o celular de Brasília para enviar mensagens aos familiares dela, na tentativa de simular que ela ainda estava viva e impedir que o desaparecimento fosse notificado. O crime é tratado como feminicídio com motivação financeira. A polícia encontrou comprovantes de transações que sugerem que o suspeito buscava se apropriar dos bens e cartões da companheira.

Para dificultar a identificação, o assassino removeu as pontas dos dedos e a cabeça da vítima, a qual ainda não foi localizada. A investigação continua para reunir todas as partes do corpo, realizar perícia nos eletrônicos apreendidos e esclarecer totalmente a dinâmica do crime.

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