A Prefeitura de São Paulo anunciou o reajuste da tarifa da Zona Azul, que passará a custar R$ 6,95 a partir do dia 20. O aumento de 4,19% foi oficializado em portaria publicada no Diário Oficial. O sistema eletrônico de estacionamento rotativo busca organizar o uso das vagas em áreas de grande circulação e exige a ativação do Cartão Azul Digital.

Tarifa da Zona Azul sofre reajuste e passa a custar R$ 6,95 nas ruas de São Paulo - Foto: divulgação/Prefeitura SP
Tarifa da Zona Azul sofre reajuste e passa a custar R$ 6,95 nas ruas de São Paulo - Foto: divulgação/Prefeitura SP

Quem utiliza o estacionamento rotativo nas ruas de São Paulo precisará desembolsar um valor maior a partir da próxima terça-feira (20). A Prefeitura autorizou o reajuste da tarifa da Zona Azul, que deixará de custar R$ 6,67 e passará a R$ 6,95, elevando o preço do serviço em 4,19%.

A mudança foi oficializada por meio de uma portaria publicada no Diário Oficial do Município nesta quarta-feira (14). O ato administrativo é assinado pelo secretário executivo de Mobilidade e Trânsito, Gilmar Pereira Miranda, e estabelece a nova tarifa válida já na próxima semana.

Criado há mais de cinco décadas, o sistema da Zona Azul tem como finalidade disciplinar o uso das vagas em regiões de alta demanda, evitando que veículos permaneçam estacionados por longos períodos. O tempo de permanência é limitado e, em caso de descumprimento, o motorista está sujeito à autuação.

O documento publicado determina que o Cartão Azul Digital, obrigatório para utilização do serviço, terá o novo valor de R$ 6,95. O sistema funciona de forma eletrônica e dispensa comprovantes físicos, já que o controle é feito a partir da placa do veículo.

Mais detalhes sobre Zona Azul

A operação da Zona Azul é realizada pela empresa Estopar. Após a ativação do cartão, o sistema registra automaticamente o início e o fim do período de estacionamento autorizado.

Segundo informações da administração municipal, São Paulo possui atualmente 54.923 vagas sob gestão da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). A maior parte é destinada ao uso convencional, mas também há espaços reservados para idosos, pessoas com deficiência, caminhões e veículos de fretamento.

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