Embora não existam registros de assassinatos cometidos por serial killers após a liberdade, os dados gerais de reincidência no Brasil são alarmantes. Segundo o presidente do STF e do CNJ, ministro Cezar Peluso, cerca de sete em cada dez ex-presidiários voltam a cometer crimes. Atualmente, o país possui cerca de 500 mil pessoas cumprindo pena privativa de liberdade, e a taxa de reincidência brasileira, de 70%, é uma das mais altas do mundo.
A possibilidade de Francisco de Assis Pereira, conhecido como o “Maníaco do Parque”, deixar a prisão em 2028 reacendeu o debate sobre a periculosidade de serial killers. Condenado a quase 285 anos de prisão por crimes cometidos no final dos anos 1990, ele poderá cumprir apenas 30 anos, limite da legislação da época.
O promotor que o acusou no Tribunal do Júri, Edilson Mougenot Bonfim, afirmou que Francisco voltaria a matar se fosse solto. “Francisco é psicopata. Não existe, na medicina mundial, remédio, tratamento ou cirurgia que possa curá-lo”, declarou.
Embora não existam registros de assassinatos cometidos por serial killers após a liberdade, os dados gerais de reincidência no Brasil são alarmantes. Segundo Cezar Peluso, ex-ministroi do STF de 2003 a 2012, cerca de sete em cada dez ex-presidiários voltam a cometer crimes. Atualmente, o país possui cerca de 500 mil pessoas cumprindo pena privativa de liberdade, e a taxa de reincidência brasileira, de 70%, é uma das mais altas do mundo.
O cenário gera preocupação sobre a liberação de condenados por crimes violentos e reacende o debate sobre medidas de segurança e políticas de ressocialização no país.
