Por motivos de segurança, vamos manter o nome do nosso entrevistado no anonimado. Aqui, ele será chamado pelo nome fictício de “João”. Ele é irmão da proprietária do imóvel, que estava alugado há 3 anos para o policial penal José Rodrigo da Silva Ferrarini e a família dele. Ferrarini atirou contra Valério Souza, porque o entregador não foi ao encontro dele no apartamento para entrega do pedido. Segundo Valério, o aplicativo pede para que os clientes desçam para retirar a encomenda. João conversou com a jornalista Patrícia Calderón, do BacciNotícias, e narrou as cenas de destruição e vandalismo no interior do apartamento.
Por motivos de segurança, vamos manter o nome do nosso entrevistado no anonimado. Aqui, ele será chamado pelo nome fictício de “João”. Ele é irmão da proprietária do imóvel, que estava alugado há 3 anos para o policial penal José Rodrigo da Silva Ferrarini e a família dele. Ferrarini atirou contra Valério Souza, porque o entregador não foi ao encontro dele no apartamento para entrega do pedido. Segundo Valério, o aplicativo pede para que os clientes desçam para retirar a encomenda. João conversou com a jornalista Patrícia Calderón, do BacciNotícias, e narrou as cenas de destruição e vandalismo no interior do apartamento.
“Entramos rapidamente no apartamento, por conta da perícia, não podemos mexer em nada. Logo vimos que destruíram vários eletrodomésticos e eletrônicos, portas arrombadas, vidraça da varanda, pias do banheiro. As imagens falam por si”
Tivemos acesso às imagens, noticiado primeiramente pelo portal “Anil Notícias”, onde é possível ver o imóvel bastante revirado e com marcas de destruição. Abaixo, assista as imagens.

Foto: Anil Notícias
Segundo apurado pela reportagem, depois da tentativa de homicídio contra o entregador, o suspeito deixou o local. No apartamento, teria ficado uma mulher e uma adolescente, que não tiveram os nomes divulgados. Por segurança, elas foram orientadas pela administração do condomínio a deixar o local. Do lado de fora, uma aglomeração de motoqueiros e manifestantes gritavam por justiça – na porta do conjunto habitacional.

Foto: Anil Notícias
Segundo informações de testemunhas, alguns manifestantes aproveitaram a entrada de um morador, para acessar o condomínio. Desta forma, chegaram até chegar o apartamento onde o policial morava.

Foto: Anil Notícias
Assim que a polícia carioca prendeu preventivamente José Rodrigo da Silva Ferrarini, no último domingo, 31, a reportagem também teve acesso a prints das conversas entre cliente e motoqueiro. A polícia investiga uma tentativa de álibe do policial, já que ele tenta cancelar o pedido, horas depois do crime, dizendo que não encontrou com o motoqueiro. A vítima desmente.
A Secretaria de Administração Penitenciária confirmou o afastamento do agente por um período de 90 dias. Segundo a nota oficial enviada à imprensa, a medida é preventiva e visa garantir a apuração dos fatos com isenção. Ainda de acordo com a Seap, o policial não exercerá nenhuma função durante esse período e está à disposição das autoridades responsáveis pela investigação.
“Quando eu vi, já era o cara armado para retirar o pedido e me ameçando. Se eu não gravasse, ele iria me matar”.
