Durante a investigação que apura um esquema bilionário de lavagem de dinheiro do Primeiro Comando da Capital (PCC), o Tribunal de Justiça de São Paulo mencionou 19 postos de combustíveis em suas decisões. Veja quais são eles.
Durante a investigação que apura um esquema bilionário de lavagem de dinheiro do Primeiro Comando da Capital (PCC), o Tribunal de Justiça de São Paulo mencionou 19 postos de combustíveis em suas decisões.
A ação foi deflagrada pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), do Ministério Público de São Paulo, em parceria com a Receita Federal. O principal alvo foi Mohamad Hussein Mourad, apontado como figura-chave do esquema e responsável por expandir os negócios ligados à facção criminosa.
Segundo a Receita, o PCC utilizava uma rede de mais de mil postos de combustíveis em todo o país para lavar dinheiro do crime organizado. O esquema recebia valores ilícitos tanto em espécie quanto por meio de maquinhas de cartão e, depois, repassava os recursos para contas controladas pela facção.
A relação dos 19 postos mencionados pela Justiça, junto com os nomes de seus proprietários investigados e os endereços cadastrados na Receita Federal, está listada a seguir:
Postos de Armando Hussein Ali Mourad (em Goiás):
Auto Posto Vini Show (Senador Canedo)
Auto Posto Dipoco (Catalão)
Posto Santo Antonio do Descoberto (Santo Antônio do Descoberto)
Posto Futura JK (Jataí)
Posto Futura Niquelândia (Niquelândia)
Auto Posto Parada 85 (Goiânia)
Auto Posto da Serra (Morrinhos)
Outros postos citados na investigação (São Paulo):
Auto Posto Conceição (Campinas)
Auto Posto Boulevar XV São Paulo (Praia Grande)
Auto Posto Yucatan (Arujá)
Auto Posto Azul do Mar (São Paulo)
Auto Posto Hawai (Guarulhos)
Auto Posto Maragogi (Guarulhos)
Auto Posto Texas (Catanduva)
Auto Posto Bixiga (São Paulo)
Auto Posto S3 Juntas (São Paulo)
Auto Posto S-10 (São Paulo)
Auto Posto Elite de Piracicaba (Piracicaba)
Auto Posto Moska (Piracicaba)
Os investigadores apontam Mohamad Hussein Mourad e Roberto Augusto Leme como operadores centrais do esquema criminoso, ligados às empresas Aster e Copape. Mourad foi alvo de mandados de busca e apreensão durante a megaoperação, que ocorreu em oito estados na última quinta-feira (28).
