Flávio de Souza Rabelo, motorista de aplicativo de 45 anos, está desaparecido desde sexta-feira (12), após sair de São Bernardo do Campo (SP) para cobrar uma dívida de um amigo em Sorocaba (SP). O carro usado por ele foi flagrado na cidade, mas desde então não foi mais localizado. O caso é investigado pelo Setor de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP) de Osasco, com apoio do Deic de Sorocaba.

Mais um caso é registrado de homem desaparecido após cobrança de dívida
Mais um caso é registrado de homem desaparecido após cobrança de dívida

A Polícia Civil de Osasco (SP) investiga o desaparecimento de Flávio de Souza Rabelo, de 45 anos, motorista de aplicativo, visto pela última vez na sexta-feira (12). Ele havia saído de casa para cobrar uma dívida de um amigo em Sorocaba, no interior de São Paulo, e não retornou.

Segundo a família, Flávio mora em São Bernardo do Campo e entrou em contato pela última vez às 19h de sexta-feira, atualizando suas redes sociais às 22h. Desde então, não foi mais localizado. A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) informou que ele teria desaparecido no bairro São Pedro, mas a investigação apurou que Flávio seguiu para o interior do estado para receber o pagamento.

A Prefeitura de Sorocaba destacou que o veículo utilizado pelo motorista foi flagrado pela Muralha Eletrônica da cidade, na Avenida Tadao Yoshida, na zona industrial. O carro também não foi mais visto. O caso é acompanhado pelo Setor de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP) de Osasco, com apoio do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) de Sorocaba. A Uber informou que permanece à disposição das autoridades para colaborar com as investigações.

Relembre outro caso semelhante

O desaparecimento de Flávio lembra o caso que ganhou repercussão nacional no Paraná. No dia 5 de agosto, quatro amigos: Robishley Hirnani de Oliveira, Rafael Juliano Marascalchi, Diego Henrique Afonso, desapareceram após saírem de São José do Rio Preto, também no interior de São Paulo, rumo a Icaraíma (PR) para cobrar uma dívida milionária contratados por Alencar Gonçalves de Souza.

Na ocasião, eles foram vistos em uma padaria antes de seguir para o pesqueiro da família Buscariollo, onde teriam sido vítimas de emboscada. Um mês depois, a caminhonete das vítimas foi encontrada enterrada em um bunker, com marcas de tiros, vestígios de sangue e pertences das vítimas. Dois suspeitos, Antônio e Paulo Buscariollo, têm mandados de prisão expedidos, mas permanecem foragidos. O caso é tratado como homicídio qualificado.

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