O desaparecimento de quatro homens na cidade de Icaraíma, que completou um mês, ganhou um novo e crucial indício. O carro dos homens, contratados para cobrar uma dívida de R$ 255 mil de uma família, foi encontrado em um bunker na região.

Urgente: os 4 corpos de amigos de Icaraíma são encontrados numa cova rasa de 60 cm (Foto: Divulgação/PC)
Urgente: os 4 corpos de amigos de Icaraíma são encontrados numa cova rasa de 60 cm (Foto: Divulgação/PC)

Os corpos de Robishley Hirnani de Oliveira, Rafael Juliano Marascalchi, Diego Henrique Afonso e Alencar Gonçalves de Souza, desaparecidos desde 5 de agosto, foram localizados na madrugada desta sexta-feira (19) em Icaraíma, noroeste do Paraná.

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Segundo o delegado Thiago Andrade Inácio, em entrevista ao portal BacciNotícias, as vítimas estavam enterradas em uma cova rasa de cerca de 60 centímetros de profundidade. Antes da descoberta, agentes encontraram o carro do grupo, um Fiat Toro, e, cerca de 500 metros adiante, identificaram a cova coberta por flores.

O trabalho de escavação levou várias horas até a remoção dos corpos, quando a perícia foi acionada. A investigação segue sob sigilo judicial, “fundamental para o andamento do caso”, informou a polícia. Segundo a polícia civil, em entrevista ao BacciNotícias os corpos já estavam em estágio avançado de decomposição, e foi possível que sofreram violência com tiros de arma de fogo no rosto e no toráx

Veja o momento: 

Relemembre o caso:

O desaparecimento de Robishley Hirnani de Oliveira, Rafael Juliano Marascalchi, Diego Henrique Afonso e Alencar Gonçalves de Souza completa 42 dias e segue sob investigação da Polícia Civil do Paraná. Os quatro, que haviam sido contratados para cobrar uma dívida de R$ 255 mil, foram vistos pela última vez em Icaraíma, no noroeste do estado.

Na sexta-feira (12), a picape do grupo foi encontrada enterrada dentro de um bunker a cerca de 9 quilômetros da propriedade de suspeitos. De acordo com a Polícia Militar, o veículo apresentava vestígios de sangue e marcas de disparos de arma de fogo na lataria e no para-brisa, reforçando a suspeita de crime.

 

 

*Matéria em atualização*

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