O secretário da Polícia Civil do Rio de Janeiro, delegado Felipe Curi, afirmou nesta segunda-feira (29) que os narcoterroristas, e não a polícia, são responsáveis pelo caos e tumulto em áreas afetadas pelo crime organizado. A declaração foi feita logo após a conclusão de uma megaoperação que resultou na prisão de 22 suspeitos ligados ao Comando Vermelho (CV) e na apreensão de armas, drogas e equipamentos de comunicação.
O secretário da Polícia Civil do Rio de Janeiro, delegado Felipe Curi, afirmou nesta segunda-feira (29) que os narcoterroristas, e não a polícia, são responsáveis pelo caos e tumulto em áreas afetadas pelo crime organizado. A declaração foi feita logo após a conclusão de uma megaoperação que resultou na prisão de 22 suspeitos ligados ao Comando Vermelho (CV) e na apreensão de armas, drogas e equipamentos de comunicação.
Prisões e apreensões
Durante a ação, a polícia conseguiu apreender quatro fuzis, sete pistolas, um revólver, duas granadas, 15 rádios comunicadores e diversas quantidades de entorpecentes. Entre os presos está uma mulher acusada de atuar no Pará e no Rio de Janeiro, responsável por articular a movimentação do tráfico entre os dois estados.
De acordo com a Polícia Civil, o grupo investigado utilizava violência armada, expulsava moradores de áreas sob seu controle, intimidava a população local e monitorava incursões policiais com o uso de drones. “Além disso, as células desempenham papel fundamental na logística de expansão do Comando Vermelho em toda a região”, afirmou a corporação.
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Combate à expansão do Comando Vermelho
Felipe Curi destacou que a operação faz parte de uma série de ações para conter o avanço do CV no estado. “Quem causa todo esse tumulto e caos não é a polícia, são esses narcoterroristas. Entre eles, uma criminosa que atuava no Pará e no Rio de Janeiro, responsável por interligar o tráfico entre os dois estados”, disse o secretário.
A Polícia Civil reforçou que não permitirá que a facção aumente sua presença, e que novas operações estão previstas para desarticular células criminosas em outras regiões do estado.
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