Mais de 400 integrantes da Flotilha Global Sumud seguem detidos em prisões de segurança máxima em Israel. O ministro da Segurança Nacional, Itamar Ben Gvir, classificou os ativistas como “terroristas” e determinou medidas rígidas de encarceramento. Entre os detidos, há pelo menos 15 brasileiros.

Reprodução / redes sociais
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Mais de 400 integrantes da Flotilha Global Sumud seguem detidos em prisões de segurança máxima em Israel. O ministro da Segurança Nacional, Itamar Ben Gvir, classificou os ativistas como “terroristas” e determinou medidas rígidas de encarceramento. Entre os detidos, há pelo menos 15 brasileiros.

Brasileiros entre os detidos

A lista de brasileiros detidos inclui representantes de partidos políticos, movimentos sociais, sindicatos, organizações de base e da imprensa alternativa. São eles:

  • Thiago Ávila, ativista e integrante do Comitê Diretor da Global Sumud Flotilha
  • Luizianne Lins, deputada federal pelo PT
  • Bruno Gilga, trabalhador da USP e correspondente do Esquerda Diário
  • Lisiane Proença, comunicadora popular e atuante em causas socioambientais
  • Magno Costa, integrante da Executiva Nacional da CSP-Conlutas e diretor do sindicato dos trabalhadores da USP
  • Mariana Conti, vereadora do PSol em Campinas
  • Nicolas Calabrese, professor de educação física e coordenador da Rede Emancipa
  • Gabriele Tolotti, presidente do PSol-RS
  • Mohamad El Kadri, presidente do Fórum Latino Palestino e coordenador da Frente Palestina São Paulo
  • Ariadne Telles, advogada popular
  • Mansur Peixoto, criador e administrador do projeto História Islâmica
  • Lucas Gusmão, ativista e internacionalista
  • João Aguiar, ativista do movimento global para Gaza e Núcleo Palestina do PT-SP
  • Miguel de Castro, ativista e cineasta
  • Hassan Massoud, jornalista correspondente da Al Jazeera

Prisão ocorreu após interceptação da flotilha

Os ativistas participavam da Flotilha Global Sumud, iniciativa internacional que tinha como objetivo levar ajuda humanitária à Faixa de Gaza. O grupo foi interceptado por forças israelenses e transferido para a Prisão de Ktzi’ot, no sul do país, conforme informações do Serviço Prisional de Israel.

Imagens divulgadas pelas autoridades mostraram detidos recebendo pulseiras de identificação e sendo escoltados até caminhões.

Mobilização internacional

Organizações de direitos humanos e movimentos políticos têm pressionado por acesso consular e pela libertação dos ativistas. No Brasil, partidos e entidades ligadas aos detidos cobram posicionamento firme do governo federal.

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