Uma das mulheres presas pelo assassinato de Neil Corrêa da Silva, de 65 anos, já esteve envolvida em outros casos de envenenamento. Ana Paula Veloso Fernandes, conhecida como “a serial killer” confessou ter tentado matar uma colega de classe com um bolo envenenado.
Uma das mulheres presas pelo assassinato de Neil Corrêa da Silva, de 65 anos, já esteve envolvida em outros casos de envenenamento. Ana Paula Veloso Fernandes, conhecida como “a serial killer” confessou ter tentado matar uma colega de classe com um bolo envenenado.
De acordo com documentos obtidos pelo portal BacciNotícias, o episódio ocorreu em 16 de abril de 2025, quando alunos do curso de Direito da Universidade de Guarulhos (UNG) encontraram um bolo suspeito em uma das salas, acompanhado de um bilhete escrito à mão em tinta rosa:
“Para a turma de Direito 4D, um ótimo feriadão! Um bolo para adoçar a manhã de vocês! Ass: Cristiane Ferreira.”
Ana Paula Veloso Fernandes confessou homicídios e revelou detalhes em áudios e mensagens (Foto: reprodução)
O doce foi apreendido pela Polícia Militar após uma das alunas, Ana Paula Veloso Fernandes, desconfiar que o alimento poderia estar envenenado. Segundo o boletim, o bolo tinha um “odor forte de produto químico”. O caso ganhou contornos ainda mais sombrios quando outras alunas relataram ameaças virtuais assinadas em nome de Cristiane.
Dias antes do episódio do bolo, uma das alunas, Gislene Aparecida Canto Kuba, havia recebido mensagens dizendo que seria “envenenada com chumbinho”, assim como uma mulher chamada “Mara” identificada mais tarde como Maria Aparecida Rodrigues, morta em circunstâncias inicialmente tratadas como naturais.
As mensagens afirmavam que Gislene “teria o mesmo fim de Mara” e citavam traições, ciúmes e vingança.
A investigação policial apontou que a autoria das mensagens e do bolo era, na verdade, da própria Ana Paula Veloso, colega da turma, que confessou ter tentado simular um envenenamento para incriminar Cristiane e o ex-namorado, um policial militar chamado Diego.
A suspeita afirmou ter usado apenas um produto de limpeza no bolo, “para assustar” os colegas, versão confirmada por perícia, que deu resultado negativo para veneno.
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