A certidão de  óbito de Yago Ravel Rodrigues Rosário, conhecido como ”Ravel da CV”, foi  obtido com exclusividade pelo Bacci News e revela detalhes sobre a morte dele durante a megaoperação policial realizada no Rio de Janeiro, na última terça-feira (28).

Yago Ravel Rodrigues Rosário, de 19 anos, foi morto durante a megaoperação policial nas comunidades da Penha e do Alemão, no Rio de Janeiro. A família contesta a versão oficial e afirma que o jovem não tinha envolvimento com o tráfico. Yago Ravel Rodrigues Rosário, de 19 anos, foi morto durante a megaoperação policial nas comunidades da Penha e do Alemão, no Rio de Janeiro. A família contesta a versão oficial e afirma que o jovem não tinha envolvimento com o tráfico. Foto: Divulgação / Redes sociais.
Yago Ravel Rodrigues Rosário, de 19 anos, foi morto durante a megaoperação policial nas comunidades da Penha e do Alemão, no Rio de Janeiro. A família contesta a versão oficial e afirma que o jovem não tinha envolvimento com o tráfico. Yago Ravel Rodrigues Rosário, de 19 anos, foi morto durante a megaoperação policial nas comunidades da Penha e do Alemão, no Rio de Janeiro. A família contesta a versão oficial e afirma que o jovem não tinha envolvimento com o tráfico. Foto: Divulgação / Redes sociais.

A certidão de óbito de Yago Ravel Rodrigues Rosário, conhecido como ”Ravel do CV”, foi obtida com exclusividade pelo Bacci Notícias e revela detalhes sobre a morte dele durante a megaoperação policial realizada no Rio de Janeiro, na terça-feira (28).

De acordo com o documento emitido pelo Instituto Médico Legal (IML) Afrânio Peixoto, a causa da morte foi “secção medular cervical, múltiplos ferimentos cortantes e fraturas de ossos da face”. O atestado indica ainda “ruptura do cabo cabeludo com secção medular e exposição do conteúdo encefálico”, o que sugere uma morte por ferimentos extremamente graves.

A família afirma que o jovem não tinha envolvimento com o tráfico e trabalhava como mototaxista. “Meu sobrinho não tinha um tiro no corpo. Arrancaram a cabeça dele”, disse a tia, Beatriz Nolasco.

O caso está sendo investigado pela Divisão de Homicídios da Capital (DHC), que apura as circunstâncias da morte e possíveis excessos na ação policial.

A operação nas comunidades da Penha e do Alemão deixou mais de 100 mortos.

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