Luan Carlos Marcolino de Alcântara, o “Tubarão”, atuava no Carlito Pamplona e foi apontado como um dos responsáveis pela morte de um policial militar em Fortaleza. Foto: Divulgação / Redes sociais.
Luan Carlos Marcolino de Alcântara, o “Tubarão”, atuava no Carlito Pamplona e foi apontado como um dos responsáveis pela morte de um policial militar em Fortaleza. Foto: Divulgação / Redes sociais.

Luan Carlos Marcolino de Alcântara, conhecido como ”Tubarão”, está entre os mortos na operação policial realizada na última terça-feira (28) nos complexos do Alemão e da Penha, no Rio de Janeiro. O cearense, apontado como integrante do Comando Vermelho, tinha atuação no bairro Carlito Pamplona, em Fortaleza.

De acordo com o Ministério Público do Ceará (MPCE), Tubarão era um dos responsáveis pelo assassinato do policial militar Bruno Lopes Marques, ocorrido no Pirambu, em fevereiro de 2024. O PM estava de folga em um bar quando foi surpreendido e morto a tiros.

As investigações apontam que o criminoso era subordinado a Carlos Mateus da Silva Alencar, o Skidum, considerado o número 1 do Comando Vermelho no Pirambu e um dos foragidos mais procurados pela Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará (SSPDS). O órgão afirma que Skidum fugiu para o Rio de Janeiro e encontrava-se na região no momento da operação, mas ainda não há confirmação se ele está entre os mortos.

 Corpo de Luan Carlos Marcolino de Alcântara, o “Tubarão”, foi encontrado durante a megaoperação nos complexos do Alemão e da Penha, no Rio de Janeiro.

Além de homicídio, Tubarão também respondia por tráfico de drogas. Em 2021, foi autuado por envolvimento em atividades criminosas na mesma área em que o PM Bruno Marques foi assassinado.

A operação no Rio mobilizou cerca de 2,5 mil agentes das forças de segurança e resultou em mais de 120 mortes, incluindo quatro policiais civis. A ação tinha como principal alvo integrantes do Comando Vermelho vindos de outros estados que se abrigavam nas comunidades da Zona Norte.

 

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