Um homem foi preso preventivamente em Sangão, Santa Catarina, suspeito de estupro de vulnerável contra a própria filha, que tinha 8 anos na época dos fatos (cerca de três anos atrás). A vítima relatou que o pai justificava os atos sexuais como uma forma de fazê-la “parar de fazer xixi na cama”. A denúncia só ocorreu neste ano, após a criança participar de uma palestra sobre violência sexual na escola. A investigação revelou que o suspeito possui um histórico de crimes sexuais, já tendo respondido a outros dois inquéritos por crimes semelhantes contra crianças de seu convívio. Na data da prisão preventiva, também foi cumprido um mandado de prisão definitiva, referente a condenações anteriores por crimes sexuais não cumpridas.
A Polícia Civil de Santa Catarina cumpriu um mandado de prisão preventiva contra um homem suspeito de estupro de vulnerável contra a própria filha, na cidade de Sangão (RS). O crime, segundo a investigação, teria ocorrido de forma repetida há cerca de três anos, quando a vítima tinha 8 anos.
Os atos teriam sido praticados em momentos em que a mãe da criança se ausentava para o trabalho. A vítima relatou à Polícia Civil que o pai justificava os atos sexuais com o argumento de que isso a faria “parar de fazer xixi na cama”.
Os abusos só foram comunicados à polícia neste ano. A vítima, após participar de uma palestra sobre violência sexual na escola, compartilhou a situação. A Polícia Civil gaúcha recebeu a notícia do crime, visto que a vítima e a mãe atualmente residem no interior do Rio Grande do Sul.
Histórico de Crimes Sexuais
A investigação em Sangão revelou que o investigado possui um histórico de crimes sexuais. Os agentes da Polícia Civil verificaram que o mesmo homem havia respondido a outros dois inquéritos policiais por crimes sexuais contra crianças há mais de dez anos.
O padrão de conduta do suspeito, conforme detalhado nos autos, é semelhante nos casos:
- As vítimas eram crianças menores de 10 anos.
- As vítimas pertenciam ao seu círculo de convivência (familiares e vizinhas).
- Os abusos ocorriam quando outros adultos estavam distantes ou as crianças estavam sozinhas com o suspeito.
As cópias dos inquéritos policiais anteriores foram anexadas ao procedimento atual.
Prisão Cumprida
A representação pela prisão preventiva foi feita pela Polícia Civil no início de outubro de 2025, e a medida foi decretada pelo Poder Judiciário em 31 de outubro.
Na mesma data, além da prisão preventiva, foi cumprido um mandado de prisão definitiva contra o homem, referente a crimes sexuais pelos quais ele já havia sido condenado e não estava cumprindo a pena estabelecida pela Justiça.
O inquérito policial referente ao estupro de vulnerável da filha será concluído pela Polícia Civil no prazo legal.
