O BacciNotícias falou com exclusividade com Vitor Arouche, de 30 anos, que mora em Franca, interior de São Paulo. Em conversa com a repórter Patrícia Calderón, ele comentou que seria mais um dia nornal de trabalho, onde ele utiliza aplicativos para locomoção, quando surpreendentemente o aviso de um alerto no celular: A corrida seria com Elize Matsuaga, mulher que matou e esquartejou o próprio marido, Marcos Kitano Matsunaga, em 2012. Após cumprir pena de 10 anos de detenção em Tremembé, cadeia dos famosos, e obter liberdade condicional em maio de 2022, hoje a acusada é motorista de aplicativo.

“Foi nornal a corrida, nada demais. Ela muito educada. Apenas bom dia e obrigada. Não conversamos durante o trajeto”

Elize Matsunaga como uber || Reprodução: Redes Sociais
Elize Matsunaga como uber || Reprodução: Redes Sociais

O BacciNotícias falou com exclusividade com Vitor Arouche, de 30 anos, que mora em Franca, interior de São Paulo. Em conversa com a jornalista Patrícia Calderón, ele comentou que seria mais um dia nornal de trabalho, onde ele utiliza aplicativos para locomoção, quando surpreendentemente o aviso de um alerta no celular: A corrida seria com Elize Matsuaga, mulher que matou e esquartejou o próprio marido, Marcos Kitano Matsunaga, em 2012. Após cumprir pena de 10 anos de detenção em Tremembé, cadeia dos famosos, e obter liberdade condicional em maio de 2022, hoje a acusada é motorista de aplicativo.

“Foi nornal a corrida, nada demais. Ela muito educada. Apenas bom dia e obrigada. Não conversamos durante o trajeto”

Em um vídeo que viralizou na internet, mostra Vitor registrando o momento e fazendo um questionamento para os seus seguidores:

“Peguei uma corrida com Elize Matsunaga. Você pegaria uma corrida com ela? Gostei e dei 5 estrelas”, comenta o artista.

No vídeo, ele também mostra um print com a prova de quem era a motorista; veja

Relembre o caso:

A pena original de 19 anos e 11 meses foi reduzida para 16 anos e 3 meses após confissão. Durante o período em Tremembé, Elize trabalhou em oficinas de costura e participou de programas de ressocialização — atividades que ela mantém até hoje, agora fora da prisão.
Atualmente, Elize vive em Franca (SP), onde tenta levar uma vida discreta. Ela trabalha como motorista de aplicativo, usa seu nome de solteira, Elize Araújo Giacomini.
Mesmo em liberdade, ela ainda precisa seguir uma série de regras da condicional, como manter endereço fixo, comprovar ocupação lícita e não sair da comarca sem autorização judicial.
Recentemente, o Ministério Público chegou a pedir o retorno de Elize à prisão após suspeitas de descumprimento das normas da condicional, mas o caso segue em análise pela Justiça.
Elize, que ficou conhecida nacionalmente pelo crime e pelo documentário da Netflix sobre sua história, afirma que busca apenas uma chance de recomeçar.
“Quero viver em paz e ser lembrada por outra coisa que não o meu erro”, disse ela em entrevista após deixar a prisão.
Atualmente ela está no ar na série “Tremembé: A Prisão dos Famosos”, pelo Prime Vídeo, do jornalista e roteirista, Ullisses Campbell. A série que estreou há menos de 1 semana, já é lider de audiência na plataforma.

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