A mandante foragida do assassinato de Laís de Oliveira, Gabrielle Cristine Pinheiro Rosário, mudou o visual, ficando com cabelo escuro, para dificultar a busca policial. Gabrielle, atual companheira do pai da filha mais velha de Laís, é suspeita de mandar matar Laís por R$ 20 mil devido a ciúmes e fixação doentia pela criança. A Polícia Civil fez novas buscas, mas não a encontrou.
A mandante do assassinato de Laís de Oliveira Gomes Pereira, que foi morta com um tiro na nuca em frente ao filho de apenas 1 ano e 8 meses, no último dia 4 de novembro, em Sepetiba, Zona Oeste, do Rio de Janeiro, Gabrielle Cristine Pinheiro Rosário teria mudado o visual para dificultar as investigações policiais.
Na novas imagem obtida pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), ela mostram a suspeita com o cabelo escuro, diferente da época do crime, quando estava loira. Agora, com a nova face da suspeita, novas buscas foram feitas na manhã desta quinta-feira (13), mas Gabrielle não foi encontrada.

Entenda o caso
De acordo com as investigações policiais, Gabrielle Cristine Pinheiro Rosário, atual companheira do pai da filha mais velha de Laís, é a principal suspeita do crime em uma história marcada por ciúmes, obsessão e disputa pela guarda de uma criança.
De acordo com as investigações, Gabrielle desenvolveu uma fixação doentia pela menina Alice, filha de Laís com Lucas Soares Ramos, seu atual marido. Testemunhas afirmaram que ela exigia ser chamada de “mãe”, interferia na rotina escolar da criança e fazia ameaças constantes à mãe biológica.
Familiares e amigos descreveram o comportamento da suspeita como controlador e possessivo. A avó paterna da menina contou que Alice se referia à madrasta como “mamãe Gabi”, e o ex-companheiro de Laís, Eimar Felipe, disse que Gabrielle “competia o tempo todo com a mãe” e tentava mostrar que podia oferecer mais à criança.
Laís foi morta com um tiro na nuca em 4 de novembro, enquanto empurrava o carrinho do filho mais novo, de 1 ano e 8 meses. O bebê não se feriu. Os executores do crime, Erick Santos Maria e Davi de Souza Malto, confessaram à polícia que participaram do assassinato e disseram ter recebido R$ 20 mil pelo serviço.
Gabrielle Cristine Pinheiro Rosário teve sua prisão temporária decretada por 30 dias, mas continua foragida. Para a Polícia Civil e o Ministério Público, o caso reúne provas suficientes de que o assassinato foi premeditado, motivado por ciúme e desejo de assumir o papel de mãe plena da criança.
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