A cunhada de Eloá Pimentel utilizou as redes sociais para criticar a idolatria e a romantização de criminosos que ganham notoriedade após cumprirem pena. A familiar defendeu que os seguidores, na verdade, admiram a mente criminosa e a “coragem” para cometer os atos. Ela concluiu que o engajamento dado aos condenados é uma prova de que “o crime compensa”, pois a admiração anula o impacto da punição legal.
Cíntia Pimentel, cunhada de Eloá Pimentel, vítima do crime de 2008 cometido por Lindemberg Alves, utilizou suas redes sociais para manifestar forte crítica à tendência de romantizar, relativizar e dar notoriedade a indivíduos condenados por crimes graves.
A influenciadora refletiu sobre o engajamento que criminosos, como a mulher que assassinou os pais, recebem na internet, citando um artigo que aborda a idolatria e a admiração a esses infratores.
Para ela, as pessoas que passaram a seguir os criminosos nas redes sociais, após eles deixarem o presídio, seriam, na verdade, admiradoras dos atos e da mente criminosa, vendo no infrator uma coragem que lhes falta para assumir seus próprios impulsos psicopatas. A cunhada de Eloá reforçou que, embora esses indivíduos tenham cumprido a pena determinada pela Justiça e sejam livres para tentar se tornar celebridades, o que não é admissível é a justificativa de seus seguidores de que o apoio é uma atitude inocente.
Finalizando o seu posicionamento, ela aponta para as consequências nefastas do engajamento social. Para ela, a atenção e o apoio dados a esses criminosos são uma clara resposta de que “o crime compensa“. A pouca liberdade que lhes foi retirada em função dos crimes cometidos, na visão da cunhada, é imediatamente recompensada pela admiração e pela empatia demonstrada pelos seus próprios seguidores, o que anula o peso da punição legal imposta.
