Gabrielle Cristine Pinheiro Rosário, de 21 anos, acusada de ser a mandante da morte de Laís de Oliveira Gomes Pereira, realizou uma cirurgia bariátrica no dia 12 de agosto, cerca de 3 meses antes do crime.

Suspeita procurada, Gabrielle, à esquerda. À direita, Laís de Oliveira, morta em Sepetiba enquanto passeava com filha.
Suspeita procurada, Gabrielle, à esquerda. À direita, Laís de Oliveira, morta em Sepetiba enquanto passeava com filha.

Gabrielle Cristine Pinheiro Rosário, de 21 anos, acusada de ser a mandante da morte de Laís de Oliveira Gomes Pereira, realizou uma cirurgia bariátrica no dia 12 de agosto, cerca de 3 meses antes do crime.

A declaração foi feita durante o primeiro depoimento de Gabrielle, quando ela ainda estava na condição de testemunha. O procedimento, segundo ela, foi feito pouco antes de perder o emprego.

No depoimento, Gabrielle disse que havia sido dispensada do trabalho como gerente comercial e que recebia cerca de R$ 3 mil por mês.

Ela também relatou que o companheiro, Lucas Soares Ramos, ex-namorado de Laís e pai da filha mais velha dela, trabalhava como promotor de vendas de seguro veicular, com salário de R$ 1,8 mil mais comissões.

Investigadores apontam que a cirurgia foi uma maneira dela mudar a aparência e dificultar a prisão. Gabrielle está foragida e em novos cartazes da Polícia, a suspeita aparece morena, com cabelos curtos e sem óculos.

Caso Laís: mandante do assassinato fez cirurgia bariátrica meses antes do crime

Caso Laís: mandante do assassinato fez cirurgia bariátrica meses antes do crime (Foto: Divulgação)

Nesta sexta-feira (14), a polícia prendeu Ingrid Luiza da Silva Marques, apontada como intermediária entre Gabrielle e os dois executores do crime.

Os 2 homens contratados, Erick Santos Maria e Davi de Souza Malto, foram presos e confessaram participação. Segundo os investigadores, Gabrielle teria oferecido cerca de R$ 20 mil pelo assassinato.

Relembre o caso

Laís foi morta com um tiro na nuca enquanto empurrava o carrinho do filho mais novo, de 1 ano e 8 meses, em Sepetiba, Zona Norte do Rio de Janeiro, no dia 4 de novembro. O bebê não ficou ferido.

Gabrielle é apontada pela Delegacia de Homicídios da Capital como mandante do assassinato de Laís, ocorrido no dia 4. Segundo as investigações, o crime teria sido motivado por uma disputa pela guarda da filha da vítima, Alice, de 4 anos.

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