O tio da universitária Alison Altamirano lamentou a crueldade do crime, afirmando que “parece que queriam despedaçar” a sobrinha. O laudo da autópsia confirmou que a morte foi por asfixia mecânica, após a jovem ser vítima de tentativa de agressão sexual e ter o corpo desmembrado. O Ministério Público fundamentou a investigação de feminicídio com provas contundentes, incluindo uma arma branca, martelo com vestígios de sangue e apetrechos para drogas.
Em meio à dor e à revolta pelo feminicídio da universitária Allison Altamirano, o tio da vítima, Marcial Poveda, lamentou publicamente a crueldade, enquanto o Ministério Público formalizava o processo criminal baseado em provas contundentes. A investigação apura a morte brutal da jovem de 23 anos, cujo corpo foi encontrado desmembrado e escondido.
O tio da vítima, juntou-se à família para exigir justiça e expressou o choque diante da violência do crime que vitimou Alison.
“Ela sofreu muito. Tentaram cortar a garganta dela, porque as provas estão aí. É desumano; parece que queriam despedaçar minha sobrinha“, lamentou ele em entrevista para imprensa local.
Assista o vídeo da entrevista:
As informações do caso indicam que o corpo de Allison, foi encontrado desmembrado e escondido sob um colchão numa residência localizada província de Tungurahua.
A investigação aponta que a universitária foi vítima abuso sexual e sufocamento após o consumo de drogas e álcool na residência dos suspeitos. Após o crime, os quatro envolvidos tentaram limpar a cena e ocultar o corpo para eliminar provas. Eles tiveram uma prisão temporária decretada por 30 dias.
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