Depois das comemorações da virada do ano, muita gente acordou lidando com os efeitos da ressaca. Dor de cabeça, enjoo, cansaço e mal-estar geral fazem parte do quadro, que ainda é cercado por mitos populares sobre formas rápidas de “cura”.
Depois das comemorações da virada do ano, muita gente acordou lidando com os efeitos da ressaca. Dor de cabeça, enjoo, cansaço e mal-estar geral fazem parte do quadro, que ainda é cercado por mitos populares sobre formas rápidas de “cura”.
Especialistas explicam que a ressaca não é igual para todos e está diretamente ligada à desidratação e ao efeito tóxico do álcool no organismo. O corpo pode levar de seis a oito horas — ou até mais — para metabolizar o etanol, e não há atalhos para acelerar esse processo.
Práticas como tomar café forte ou banho frio são frequentemente associadas à melhora, mas não eliminam os efeitos do álcool. Segundo os médicos, essas ações podem até causar uma sensação momentânea de alerta, mas não resolvem a intoxicação nem evitam os sintomas da ressaca.
Outro mito comum é o uso de medicamentos para “curar” o mal-estar. Especialistas alertam que não existe remédio capaz de eliminar a ressaca e que alguns, como anti-inflamatórios, podem agravar o quadro ao sobrecarregar o fígado e irritar o estômago.
A principal recomendação para aliviar os sintomas é investir na hidratação. Água, isotônicos e bebidas que repõem líquidos e sais minerais ajudam o organismo a se recuperar. Alimentação leve e descanso também são aliados importantes no processo.
Os médicos reforçam ainda que misturar bebidas ou seguir uma ordem específica não impede a ressaca. O que faz diferença, de fato, é a quantidade total de álcool ingerida. Por isso, intercalar bebidas alcoólicas com água e evitar excessos continua sendo a forma mais eficaz de prevenção.
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