Desfilar no Carnaval 2026 exige planejamento e investimento. Enquanto as alas comerciais permitem a compra de fantasias por valores que chegam a R$ 10 mil, setores técnicos como bateria exigem testes e frequência em ensaios. Escolas tradicionais de SP e RJ já estão com inscrições abertas.
O Carnaval é uma das grandes paixões do brasileiro, e desfilar no Sambódromo do Anhembi, em São Paulo, ou na Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro, é o sonho de muita gente. Para cair na folia em 2026 nas avenidas do samba mais famosas do país, o caminho não é difícil, mas exige planejamento.
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Para participar, o interessado deve entrar em contato diretamente com a escola escolhida e conferir os formatos disponíveis.
Quem deseja integrar a bateria ou grupos coreografados – como comissões de frente – precisa passar por testes de aptidão e marcar presença obrigatória nos ensaios técnicos.
Já as alas comerciais costumam ser abertas ao público geral. Os valores das fantasias variam entre R$ 2 mil e R$ 6 mil em São Paulo, podendo chegar a quase R$ 10 mil no Rio de Janeiro, dependendo da agremiação e do setor.
As mais disputadas do Carnaval 2026
As escolas mais tradicionais, como Vai-Vai e Gaviões da Fiel, em São Paulo, ou Mangueira e Portela, no Rio, costumam cobrar valores mais altos devido à grande procura. Os custos geralmente cobrem a confecção da fantasia e, em alguns casos, suporte logístico para o dia do desfile.
No entanto, nem todas as agremiações oferecem alas comerciais. Algumas mantêm a tradição de “chão” e exigem que o folião seja associado e cumpra rigorosamente a agenda de ensaios na quadra.
O comprometimento é fundamental para quem quer brilhar na avenida. As fantasias começam a ser produzidas cerca de oito meses antes do evento. É importante se programar o quanto antes, pois a maioria das escolas fecha seus grupos meses antes da festa, restando pouquíssimas vagas conforme a data oficial se aproxima.
