O nome da apresentadora Ellen DeGeneres passou a circular nas redes sociais associado a acusações de canibalismo supostamente ligadas ao caso Jeffrey Epstein. As publicações viralizaram nos últimos dias, mas não apresentam qualquer prova concreta.
O nome da apresentadora Ellen DeGeneres passou a circular nas redes sociais associado a acusações de canibalismo supostamente ligadas ao caso Jeffrey Epstein. As publicações viralizaram nos últimos dias, mas não apresentam qualquer prova concreta.
As alegações afirmam, sem evidências, que a apresentadora estaria mencionada em documentos judiciais como envolvida em práticas criminosas. No entanto, veículos da imprensa norte-americana que analisaram os mais de três mil arquivos divulgados pela Justiça dos Estados Unidos afirmam que não há qualquer menção a canibalismo relacionado a Ellen.
Origem da acusação
De acordo com a agência de checagem PolitiFact, a narrativa teve origem em um site chamado The People’s Voice, que publicou o conteúdo com base em um suposto áudio de denunciante. Posteriormente, o material foi identificado como produzido com uso de inteligência artificial.

Ellen DeGeneres (Reprodução / redes sociais)
Os documentos tornados públicos no caso Epstein incluem e-mails, fotos e registros diversos. Embora o nome de Ellen DeGeneres apareça em alguns trechos, isso ocorre apenas em correspondências de terceiros ou citações em resumos de mídia, sem qualquer acusação formal ou indício de prática criminosa.
Caso Epstein segue sob análise pública
Jeffrey Epstein foi acusado de comandar uma rede de exploração sexual envolvendo menores e morreu em 2019 enquanto aguardava julgamento. A divulgação de novos arquivos reacendeu debates e especulações nas redes, abrindo espaço para teorias sem comprovação.
Até o momento, não há qualquer evidência oficial que sustente as acusações contra Ellen DeGeneres. Especialistas alertam para a disseminação de desinformação e reforçam a importância de verificar a origem e a veracidade de conteúdos antes de compartilhá-los.
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