O príncipe Andrew, terceiro filho da falecida Elizabeth II, já foi considerado um dos membros mais populares da família real britânica. Veterano da Guerra das Malvinas, onde atuou como piloto de helicóptero pela Marinha Real em 1982, ele chegou a ser visto como um “herói” nacional.
O príncipe Andrew, terceiro filho da falecida Elizabeth II, já foi considerado um dos membros mais populares da família real britânica. Veterano da Guerra das Malvinas, onde atuou como piloto de helicóptero pela Marinha Real em 1982, ele chegou a ser visto como um “herói” nacional.
Ao longo dos anos, no entanto, sua imagem pública foi profundamente abalada por sua relação com o financista americano Jeffrey Epstein, condenado por crimes sexuais e morto na prisão em 2019.
De favorito da rainha a afastado da vida pública
Andrew era frequentemente apontado como o “filho preferido” da rainha Elizabeth II. No entanto, com o avanço das denúncias envolvendo Epstein, seu irmão, o atual rei Charles III, passou a se distanciar publicamente dele.
Em 2019, Andrew concedeu uma entrevista à BBC para se defender das acusações, mas a repercussão foi amplamente negativa. A entrevista foi considerada desastrosa e aumentou a pressão pública.
Ainda naquele ano, ele anunciou sua retirada das funções públicas oficiais. Posteriormente, perdeu títulos militares honorários e patronatos reais.
Acusações e acordo judicial
A americana Virginia Giuffre acusou Andrew de agressão sexual quando ela tinha 17 anos, alegando que os encontros teriam sido intermediados por Epstein. O príncipe sempre negou as acusações. Em 2022, o caso foi encerrado após um acordo extrajudicial, sem que Andrew admitisse culpa.
Carreira militar e controvérsias
Antes do escândalo, Andrew serviu por 22 anos na Marinha Real britânica. Após deixar o serviço ativo, tornou-se representante especial do Reino Unido para comércio internacional, cargo que ocupou entre 2001 e 2011.
Durante esse período, também enfrentou críticas por seu estilo de vida considerado extravagante e por relações com figuras internacionais controversas.
A recente prisão reacendeu o debate sobre o impacto de suas ações na imagem da monarquia britânica, que busca preservar sua estabilidade institucional diante de sucessivas crises.
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