O governador Romeu Zema afirmou que manterá sua pré-candidatura à Presidência em 2026 e descartou ser vice do senador Flávio Bolsonaro, defendendo a independência do Partido Novo.

Zema nega ser vice-presidente de Flávio (Foto: Reprodução / Redes Sociais)
Zema nega ser vice-presidente de Flávio (Foto: Reprodução / Redes Sociais)

O governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência da República, Romeu Zema (Novo), descartou a possibilidade de se candidatar como vice-presidente na chapa que concorrerá o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que será seu concorrente nas eleições presidenciais de 2026.

Segundo o mineiro, a legenda não tem interesse em “se vergar” a questões que seriam decididas pelo PL. “Eu levarei a minha pré-campanha até o final e ser vice de outro candidato de certa maneira é o Partido Novo se vergar a questões nas quais nós não concordamos”, revelou.

Zema nega ser vice de Flávio

Durante o protocolo de um novo pedido de impeachment ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, o governador afirmou que o Novo não tem interesse em “colocar panos quentes em sua intenção de disputar o Palácio do Planalto.

Assim como nas últimas eleições, o estado de Minas Gerais é enxergado como um colégio eleitoral que será um diferencial na disputa, o que deve acirrar as influências de governistas e oposição.

Tratativas sobre alianças

Romeu Zema ainda negou aliança com outros dois partidos envolvidos em escândalos com o Banco Master. O primeiro deles é o Progressistas, presidido pelo senador Ciro Nogueira (PI), a quem o banqueiro Daniel Vorcaro se referiu como um “grande amigo” em mensagens telefônicas divulgadas na investigação.

A aliança com o União Brasil, presidida por Antonio Rueda, também foi negada, pelas evidências de que o político teria viajado em um helicóptero fretado por Vorcaro.

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