Uma instalação artística que retrata Donald Trump e Jeffrey Epstein na famosa pose do filme Titanic foi instalada em Washington, D.C., nos Estados Unidos. A obra, intitulada “Rei do Mundo”, foi criada pelo coletivo anônimo Secret Handshake e posicionada no National Mall, em frente ao Congresso. A escultura faz referência à relação social entre o ex-presidente americano e o financista, morto em 2019.
Uma nova instalação artística tem chamado atenção de moradores e turistas em Washington, D.C.. A obra retrata o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o financista Jeffrey Epstein abraçados na famosa pose do filme Titanic. A escultura foi criada pelo coletivo anônimo Secret Handshake e recebeu o título “Rei do Mundo”.
A instalação foi posicionada no National Mall, avenida localizada em frente ao Congresso americano. A obra recria a cena icônica vivida pelos personagens Jack e Rose no filme, mas substitui os protagonistas pelos dois personagens reais.
Além da estátua, placas colocadas ao lado da instalação fazem referência a alegações de ligações sociais entre Trump e Epstein. O espaço também recebeu uma sequência de grandes outdoors com imagens dos dois juntos.
Repercussão entre visitantes
Na tarde desta terça-feira (10), diversas pessoas pararam para observar a obra e tirar fotos em frente ao “monumento”. Um visitante ouvido pela agência Reuters afirmou que a instalação ajuda a provocar reflexão.
“Eu acho que são ótimos, estão perfeitos. Especialmente agora, que é tão difícil lidar com tudo, esse tipo de coisa ajuda muito”, disse.
Relação entre Trump e Epstein
Jeffrey Epstein morreu em 2019, pouco depois de ser preso acusado de comandar um esquema de abuso sexual envolvendo mulheres e meninas e figuras influentes da política e da economia.
Entre as décadas de 1990 e 2000, Epstein manteve relação social com Donald Trump. O ex-presidente americano, no entanto, sempre negou qualquer envolvimento nos crimes investigados contra o financista.
Pressionado por críticas e questionamentos públicos, o governo Trump divulgou documentos relacionados à investigação sobre Epstein entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026.
