Um homem apontado pela polícia como integrante da liderança do Primeiro Comando da Capital (PCC) morreu após trocar tiros com policiais da Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) na tarde de terça-feira (24), em Praia Grande, no litoral de São Paulo.
Um homem apontado pela polícia como integrante da liderança do Primeiro Comando da Capital (PCC) morreu após trocar tiros com policiais da Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) na tarde de terça-feira (24), em Praia Grande, no litoral de São Paulo.
Segundo a Polícia Militar, o suspeito foi identificado como Edmar da Silva Alves, de 37 anos, conhecido pelos apelidos “Drogba” e “Irmão Pureza”. Procurado pela Justiça, ele teria forjado um atestado de óbito em seu próprio nome para viver escondido na cidade utilizando identidade falsa.
Documento falso para escapar da Justiça
De acordo com a corporação, Edmar utilizava o documento fraudulento para sustentar uma nova identidade e evitar ser localizado pelas autoridades. A informação foi confirmada no local pelo capitão da Rota Rafael Salim.
“O suspeito havia, inclusive, forjado um atestado de óbito em nome dele para legitimar uma identidade nova”, afirmou o policial.
A equipe realizava buscas pelo homem após receber informações de que ele estaria na região envolvido em crimes e circulando com documentação falsa.
Confronto com policiais
Ainda conforme a Polícia Militar, o suspeito foi localizado na Avenida Presidente Castelo Branco, em Praia Grande. Durante a abordagem, ele teria reagido e houve troca de tiros. Edmar foi baleado e morreu no local. Com ele, os policiais apreenderam uma pistola. A PM informou que o homem tinha antecedentes por roubo, receptação, tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, participação em organização criminosa e porte ilegal de arma.
Prisão anterior e condenação
O suspeito já havia sido preso em novembro de 2023 durante uma operação da Polícia Civil de São Paulo no bairro Vila Caiçara, também em Praia Grande. Na ocasião, agentes da Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes de Itanhaém (Dise) apreenderam veículos, celulares, dinheiro e joias avaliadas em mais de R$ 300 mil.
Edmar havia sido condenado em 2019 a 18 anos de prisão por tráfico de drogas. Segundo as investigações, ele era alvo de apurações relacionadas a lavagem de dinheiro e atuação em organização criminosa.
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