Diante das acusações, Yassmin saiu em defesa da irmã e apresentou detalhes sobre a trajetória familiar e acadêmica de Samira, explicando que decisões do passado, como estudar em internato e contar com bolsas de estudo, estiveram ligadas a oportunidades educacionais e ao contexto vivido pela família. A intenção, segundo ela, foi esclarecer mal-entendidos e rebater interpretações consideradas injustas sobre a história da sister.
Yassmin Sagr, irmã de Samira, participante do BBB 26, se pronunciou nas redes sociais para rebater críticas direcionadas à sister após um desentendimento com Juliano Floss. Diante de acusações envolvendo suposto abandono familiar, ela decidiu esclarecer a trajetória das duas e a relação com a mãe.
Segundo Yassmin, ambas estudaram como bolsistas em uma instituição da rede adventista, benefício concedido por conta do vínculo profissional da mãe com o local. No caso de Samira, ao ingressar em um internato, ela obteve cerca de 80% de desconto na mensalidade, enquanto o valor restante foi coberto por um apoiador anônimo
A jovem também explicou que esse tipo de ajuda é comum nessas instituições, onde pessoas com maior poder aquisitivo contribuem de forma discreta para custear os estudos de alunos. Muitas vezes, segundo ela, nem o estudante nem o doador sabem a identidade um do outro.
Bolsa de estudos em meio a momento delicado
Embora tenha nascido no Rio Grande do Sul, Samira se mudou para São Paulo em busca de oportunidades acadêmicas. Segundo Yassmin, durante o período universitário, a sister também contou com apoio para custear os estudos em uma instituição ligada à rede adventista.
Além disso, Samira participou de um programa voltado a estudantes bolsistas, no qual os próprios alunos atuam na venda de livros de porta em porta. Parte da renda obtida é destinada ao pagamento das mensalidades, funcionando como uma alternativa para viabilizar a permanência no ensino superior.
Tratamento da mãe foi realizado pelo SUS
Yassmin também esclareceu sobre o tratamento de saúde da mãe, ressaltando que todo o processo foi realizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS), com atendimento de qualidade e suporte de profissionais qualificados. Segundo ela, a doença foi diagnosticada em 2015 e, após o tratamento, que incluiu sessões de radioterapia, a mãe recebeu alta curada ao final de 2016.
Durante esse período, mesmo estudando em regime de internato, Samira mantinha contato frequente com a família e retornava para casa aos finais de semana para acompanhar a mãe. Em situações mais delicadas, chegou a se ausentar das atividades escolares para estar presente em momentos importantes do tratamento.
Ao concluir o desabafo, Yassmin criticou duramente os ataques direcionados à irmã, classificando como injustas as acusações que envolvem tanto a trajetória acadêmica quanto o contexto familiar vivido na adolescência.
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