O goleiro Bruno Fernandes, atualmente considerado foragido da Justiça, voltou a chamar atenção ao ingressar com uma ação contra a Meta, responsável pelo Facebook e Instagram. No processo, ele alega falhas que teriam reduzido a visibilidade de seu perfil profissional, prejudicando sua presença digital. Apesar de solicitar uma decisão urgente para restabelecer o funcionamento da conta, o pedido foi negado.
O goleiro Bruno Fernandes, mesmo na condição de foragido, segue conversando com a Justiça brasileira. O contato ocorre no âmbito de um processo em que ele figura como autor, e não como réu.

Bruno Fernandes (Reprodução/Redes Sociais)
Ex-jogador do Flamengo, Bruno ingressou com uma ação judicial contra a Meta, responsável por plataformas como o Facebook e o Instagram. No processo, protocolado no fim de março, ele alega problemas técnicos em sua conta profissional, que teriam afetado diretamente sua visibilidade. A informação é da jornalista Fábia Oliveira, do Metrópoles.
De acordo com o goleiro, embora o perfil continue ativo, ele teria deixado de aparecer para usuários no Brasil, o que, segundo sustenta, cria a impressão de que a conta foi desativada. A situação, ainda conforme o relato, impacta negativamente sua presença nas redes sociais, comprometendo alcance, engajamento e credibilidade junto ao público.
Apesar de acionar o Judiciário, Bruno também teria tentado se esquivar de uma audiência relacionada ao caso, o que chamou atenção nos bastidores do processo.
Pedido de liminar para reativação do perfil
No processo movido contra a Meta, o goleiro Bruno Fernandes solicitou à Justiça uma decisão urgente para que sua conta fosse normalizada imediatamente, com o fim das limitações que, segundo ele, afetam a visibilidade do perfil.
O pedido, no entanto, foi rejeitado no dia 31 de março. Ao analisar o caso, o magistrado concluiu que não havia risco iminente de prejuízo que justificasse a concessão da medida em caráter liminar.
Na ação principal, além de requerer a regularização definitiva da página, o ex-jogador também pleiteia uma compensação financeira por danos morais, estipulada em R$ 30 mil, alegando impactos negativos à sua imagem e atuação nas redes sociais.
Leia também:
Audiência de conciliação é agendada
O processo que envolve Bruno Fernandes avançou com a marcação de uma audiência de conciliação no 1º Juizado Especial Cível de Campos dos Goytacazes, prevista para ocorrer no mês de maio.
Dias depois, em 8 de abril, o ex-jogador solicitou autorização para participar do encontro de forma remota. O pedido, contudo, foi analisado e indeferido pelo magistrado responsável pelo caso.
Na decisão de segunda-feira (13), o juiz destacou que esse tipo de audiência deve acontecer presencialmente, salvo em situações excepcionais. Como não foram apresentados argumentos que justificassem a impossibilidade de comparecimento ao fórum, a solicitação acabou sendo recusada.

Bruno Fernandes (Foto: Reprodução)
Descumprimento de condição
Lembrando que há um mandado de prisão em aberto contra o goleiro Bruno Fernandes, expedido no início de março após a Vara de Execuções Penais apontar o descumprimento das condições impostas durante o período de liberdade condicional.
O ex-jogador foi condenado pelo assassinato de Eliza Samúdio, crime ocorrido em 2010 e que teve grande repercussão nacional. Desde a emissão da ordem judicial, ele não foi localizado pelas autoridades, passando a ser considerado foragido, com paradeiro desconhecido.
Leia mais no Bacci Notícias
