Novas imagens mostram o momento da prisão do funkeiro MC Poze do Rodo em sua casa, no bairro do Recreio, no Rio de Janeiro, na manhã desta quarta-feira (15). A detenção faz parte da Operação Narcofluxo, da Polícia Federal (PF), que investiga um esquema bilionário de lavagem de dinheiro.
Novas imagens mostram o momento da prisão do funkeiro MC Poze do Rodo em sua casa, no bairro do Recreio, no Rio de Janeiro, na manhã desta quarta-feira (15). A detenção faz parte da Operação Narcofluxo, da Polícia Federal (PF), que investiga um esquema bilionário de lavagem de dinheiro. A ação também apreendeu o MC Ryan SP.

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No vídeo, divulgado pela TV Globo, o cantor aparece entrando no camburão da PF, escoltado por agentes.
A defesa de Poze afirmou que não teve acesso prévio aos autos e disse que irá se manifestar na Justiça. “Com acesso aos mesmos, se manifestará para restabelecer sua liberdade e prestar os esclarecimentos”, declarou o advogado Fernando Henrique Cardoso.
Associação criminosa
A operação da PF tem como alvo uma associação criminosa voltada à movimentação ilícita de valores no Brasil e no exterior, inclusive por meio de criptoativos.
Segundo a investigação, o grupo utilizava um sistema estruturado para ocultação e dissimulação de valores, incluindo operações financeiras de alto valor, transporte de dinheiro em espécie e transações com criptoativos. O volume financeiro movimentado ultrapassa R$ 1,6 bilhão.
Cerca de 200 policiais federais cumprem 90 mandados judiciais, entre buscas e apreensões e prisões temporárias, em endereços nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná, Goiás e no Distrito Federal.
Apreensão de veículos

Carros apreendidos em operação da PF contra organização criminosa por lavagem de dinheiro e transações ilegais de mais de R$ 1,6 bilhão (Foto: Divulgação/PF)
Durante o cumprimento das medidas, os agentes já apreenderam veículos, dinheiro em espécie, documentos e equipamentos eletrônicos, que devem aprofundar a investigação.
Investigação
Os envolvidos poderão responder por associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. A Polícia Federal não detalhou o papel específico de cada alvo, e o caso segue sob investigação.
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