A Polícia Federal identificou nesta quarta-feira (15), que um contador apontado como ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC) teria atuado em um esquema de movimentação de recursos que envolvia o funkeiro MC Ryan SP.

Foto: Reprodução/Redes Sociais.
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A Polícia Federal identificou nesta quarta-feira (15), que um contador apontado como ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC) teria atuado em um esquema de movimentação de recursos que envolvia o funkeiro MC Ryan SP.

MC Ryan SP (Reprodução/Redes Sociais)

Segundo os investigadores, o profissional seria responsável por estruturar operações financeiras usadas para ocultar a origem do dinheiro e viabilizar transferências ao exterior.

Operações de ocultação e proteção patrimonial

De acordo com a PF, o esquema envolvia mecanismos para dificultar o rastreamento de valores, como movimentações fracionadas, uso de intermediários e possíveis empresas de fachada.

A investigação aponta ainda que o contador atuava como peça central na chamada proteção patrimonial, ajudando a redistribuir recursos entre diferentes contas.

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Investigação da Operação Narco Fluxo

O caso integra a Operação Narco Fluxo, que apura um esquema financeiro com movimentação estimada em mais de R$ 1,6 bilhão, segundo a Polícia Federal.

As investigações indicam que o grupo teria conexões com diferentes setores, incluindo o entretenimento, e utilizava estruturas financeiras complexas para ocultar valores.

A operação resultou na prisão de MC Ryan SP, MC Poze do Rodo, Chrys Dias e do criador da página Choquei, Raphael Sousa Oliveira, além de outros investigados.

Segundo o Estadão, parte do dinheiro teria sido direcionada ao exterior por meio dessas operações.

Posição da defesa e investigados

Até o momento, não há manifestação pública do contador citado na investigação.

A defesa de MC Ryan SP afirma que ainda não teve acesso completo ao processo, que segue sob sigilo, e que irá se pronunciar após análise dos autos.

Próximos passos da investigação

A Operação Narco Fluxo segue em andamento e a Polícia Federal não descarta novas fases.

Os próximos passos incluem análise de documentos, quebras de sigilo e aprofundamento das ligações financeiras entre os investigados.

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