A família da influenciadora Débora Paixão quebrou o silêncio, na quinta-feira (15) após especulações de que ela teria deixado a prisão por estar grávida. Os rumores surgiram na última quarta-feira (15), após uma operação da Polícia Federal (PF), que investiga um esquema bilionário de lavagem de dinheiro.
A família da influenciadora Débora Paixão, esposa de Chrys Dias quebrou o silêncio, na quinta-feira (15) após especulações de que ela teria deixado a prisão por estar grávida.
Os rumores surgiram na última quarta-feira (15), após uma operação da Polícia Federal (PF), que investiga um esquema bilionário de lavagem de dinheiro.

Chrys Dias e esposa Débora Paixão (Reprodução)
Com a notícia de que Débora poderia ser solta, as especulações sobre uma possível gestação ganharam força nas redes sociais. A irmã da influenciadora, Olivia, compartilhou um story afirmando que, caso a informação seja confirmada, haverá um posicionamento público.
“Essa informação equivocada, muita gente perguntando. Se ela realmente estiver ela irá se pronunciar pra vocês”, disse Olivia, emocionada.
Vale lembrar que o casal já são pais de 4 filhos. O mais novo, Lucca, completou 2 anos na última semana.
Defesa se manifesta
Em nota, a defesa do casal afirmou que “reitera a confiança nas instituições” e na “inocência de Chrys e de Débora”.
“Quanto ao Chrys Dias, a defesa aguarda a manifestação do Ministério Público e da autoridade policial nos prazos legais. Reiteramos nossa confiança nas instituições, no pleno esclarecimento dos fatos, bem como na inocência de Chrys e de Débora”, completou.
Uso de tornozeleira
A influenciadora Débora Paixão deixou a prisão após audiência de custódia realizada na quinta-feira (16). A Justiça Federal determinou que a jovem cumpra prisão domiciliar e faça uso de tornozeleira eletrônica.
Prisão de MCs e influenciadores
A Operação Narcofluxo prendeu os MCs Ryan SP e Poze do Rodo, além do casal de influenciadores Chrys Dias e Débora Paixão e do dono da página “Choquei”, Raphael Sousa Oliveira.
A ação tem como alvo uma associação criminosa voltada à movimentação ilícita de valores no Brasil e no exterior, inclusive por meio de criptoativos.
Segundo a investigação, o grupo utilizava um sistema estruturado para ocultação e dissimulação de valores, incluindo operações financeiras de alto valor, transporte de dinheiro em espécie e transações com criptoativos. O volume financeiro movimentado ultrapassa R$ 1,6 bilhão.
Durante o cumprimento das medidas, os agentes já apreenderam veículos, dinheiro em espécie, documentos e equipamentos eletrônicos, que devem contribuir para o aprofundamento das investigações.
Os envolvidos poderão responder por associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. A Polícia Federal não detalhou o papel específico de cada alvo, e o caso segue sob investigação.
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