Haddad, Tebet e Marina participaram de ato no Dia do Trabalhador em São Paulo e reforçaram a mobilização pela reeleição de Lula. Discursos destacaram engajamento político, defesa da democracia e preocupação com cenário eleitoral apertado, especialmente no maior colégio eleitoral do país.

Haddad fala em escala 7×0 até eleições durante o Dia do Trabalho

Em clima de campanha, o ex-ministro Fernando Haddad (PT) usou o Dia do Trabalhador, nesta sexta-feira (1º), para convocar uma mobilização intensa pela reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Durante evento no Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, na região central da capital, Haddad afirmou que a militância deve atuar em “escala 7×0” até as eleições.

A fala foi feita diante de sindicalistas e apoiadores e arrancou aplausos do público. Haddad associou a mobilização política a pautas trabalhistas, como a redução da jornada, e defendeu engajamento permanente tanto nas ruas quanto nas redes sociais.

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Discurso reforça pressão por engajamento

Ao mencionar a “escala 7×0”, Haddad fez referência a uma atuação contínua, sem pausas, até o pleito. Segundo ele, o momento exige dedicação total dos apoiadores para garantir a vitória eleitoral.

O ex-ministro também voltou a criticar a gestão anterior e afirmou que a eleição representa uma escolha entre projetos distintos para o país. A estratégia, segundo aliados, é intensificar o discurso direto com a base e ampliar a mobilização popular.

Aliados reforçam defesa do governo

Simone Tebet (PSB), pré-candidata ao Senado, também participou do evento e pediu que os apoiadores atuem ativamente na campanha. Ela destacou a importância do diálogo com a população e alertou para o impacto da desinformação no processo eleitoral.

Já Marina Silva (Rede) destacou avanços do atual governo e associou a disputa à preservação da democracia. Em sua fala, reforçou que o momento exige participação ativa da sociedade para consolidar conquistas recentes.

Cenário eleitoral pressiona campanha

A intensificação do discurso ocorre em meio a um cenário eleitoral competitivo. Pesquisas recentes indicam disputa acirrada, o que tem levado aliados do governo a adotarem um tom mais mobilizador.

Apesar de indicadores econômicos positivos, como a queda do desemprego, o governo ainda enfrenta dificuldades para converter esses resultados em vantagem nas intenções de voto.

São Paulo no centro da estratégia

O ato em São Paulo reforça a importância do estado na estratégia eleitoral. Maior colégio eleitoral do país, a região é vista como decisiva para a campanha de Lula.

Além do evento na capital, outras atividades foram realizadas na Grande São Paulo, ampliando a mobilização no Dia do Trabalhador e consolidando o início de uma fase mais ativa da campanha.

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