A busca por Ágatha Isabelle Reis Lago (06), e Allan Michael Reis Lago (04), segue sem respostas após quatro meses do desaparecimento em Bacabal. A mãe das crianças, Clarice Cardoso, voltou a se pronunciar sobre o caso e relatou a dor da ausência dos filhos.
A busca por Ágatha Isabelle Reis Lago (06), e Allan Michael Reis Lago (04), segue sem respostas após quatro meses do desaparecimento em Bacabal. A mãe das crianças, Clarice Cardoso, voltou a se pronunciar sobre o caso e relatou a dor da ausência dos filhos.

(Foto: Reprodução)
“Quatro meses que vocês saíram apenas para brincar e até hoje não sabemos o que aconteceu com vocês, filhos”, escreveu Clarice em uma publicação nas redes sociais.
Esperança e mobilização
Na postagem, a mãe também compartilhou mensagens de apoio que destacam a mobilização em torno do caso e reforçam a esperança por respostas.
“Quatro meses do desaparecimento das crianças desaparecidas em Bacabal-MA, até agora nenhuma resposta nem solução, mas existe a fé e esperança. Estamos com você, Clarice. Jamais ficará sozinha, o Brasil está com você”, diz o texto divulgado.

A mãe, Clarice Cardoso, e as crianças Ágatha e Allan, desaparecidas há quatro meses. (Reprodução)
Novas informações à polícia
Recentemente, Clarice esteve novamente na delegacia para acompanhar o andamento das investigações e apresentar novas informações às autoridades.
Segundo ela, a polícia segue trabalhando com a hipótese de que as crianças teriam se perdido em uma área de mata, versão que a mãe não acredita.
“Até agora não sabemos o que aconteceu. Eu acredito que eles foram levados e que estão em algum lugar”, afirmou.
Buscas e investigações
Desde o desaparecimento, equipes das forças de segurança foram mobilizadas, incluindo apoio da Marinha em buscas realizadas em áreas próximas a rios da região. Apesar dos esforços, nenhuma evidência concreta sobre o paradeiro das crianças foi encontrada até o momento.
O comandante do Corpo de Bombeiros do Maranhão, Célio Roberto, falou sobre as buscas e declarou também não acreditar na hipótese de que os irmãos se perderam na mata.
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“Perdidos na mata, eu posso cravar que não estão. Nós palmilhamos ali cada espaço da mata, inclusive, fizemos isso de modo científico, distribuindo por quadrantes”, afirmou. Segundo ele, cerca de 300 pessoas participaram diariamente das buscas em uma área de mais de 4 km².
Após as buscas, a possibilidade de afogamento no Rio Mearim também foi descartada. Mais de 180 quilômetros do rio foram percorridos, além da varredura detalhada em um trecho de 19 km que foi feita com o apoio da Marinha.
Caso segue sem solução
O desaparecimento dos irmãos continua sendo investigado, enquanto familiares mantêm as buscas e apelam por informações que possam ajudar a esclarecer o caso. A Polícia reforça que qualquer informação pode ser repassada de forma anônima pelos canais oficiais.
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