Surto de hantavírus em cruzeiro evoluiu com mortes, alerta da OMS e terminou com desembarque emergencial na Espanha.
O surto de hantavírus a bordo do cruzeiro MV Hondius transformou uma viagem turística em uma crise sanitária internacional. Com casos confirmados e mortes registradas, o episódio mobilizou autoridades de diferentes países e exigiu uma operação delicada para retirada dos passageiros.
A situação, que já havia gerado alertas globais, ganhou novos capítulos até o desembarque nas Ilhas Canárias, na Espanha, encerrando uma sequência de decisões sob pressão.
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Tudo começou ainda durante o trajeto da embarcação, que partiu de Ushuaia, no sul da Argentina, com destino final previsto para Cabo Verde. Ao longo da viagem, passageiros começaram a apresentar sintomas, o que levou à confirmação de infecções por hantavírus.
Com o agravamento do quadro, foram registradas mortes a bordo e após o desembarque de um dos ocupantes. A Organização Mundial da Saúde (OMS) passou a acompanhar o caso, especialmente diante da suspeita de transmissão entre humanos — considerada rara.
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Com a situação fora de controle dentro do navio, iniciou-se uma corrida por um local seguro para o desembarque. A embarcação enfrentou resistência para atracar, até que a Espanha autorizou a operação nas Ilhas Canárias por questões humanitárias e de segurança.
A retirada dos passageiros ocorreu de forma escalonada, com encaminhamento direto para voos de repatriação. Como destacou a imprensa internacional, a operação envolveu até militares, após recusas de empresas locais em participar da logística.
A empresa responsável pelo cruzeiro, Oceanwide Expeditions, informou que colaborou com as autoridades durante todo o processo e prestou assistência aos passageiros.
Infectados com Hantavírus
Até o momento, não há detalhamento completo sobre o número total de infectados ou novas medidas após o desembarque.
Com os passageiros já fora da embarcação, o foco agora está na investigação sobre a origem do surto e na confirmação da dinâmica de transmissão do vírus.
O caso levanta preocupações sobre protocolos sanitários em viagens marítimas e reforça o alerta para doenças infecciosas em ambientes confinados.
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