Um guarda municipal de 55 anos matou a esposa horas após o casamento em Campinas, no interior de São Paulo. Segundo as investigações, após o crime, o homem acionou a própria corporação para comunicar o ocorrido. Ele foi preso em flagrante e responderá por feminicídio.

Atitude de marido após matar a esposa no dia do casamento chama atenção

A atitude de um guarda municipal de 55 anos chamou atenção após ele matar a própria esposa, de 34 anos, poucas horas depois do casamento, em Campinas, no interior de São Paulo. Segundo a investigação, o homem acionou a própria corporação após cometer o crime.

O caso aconteceu na Rua Anália Franco, no sábado (9). De acordo com as informações da polícia, o casal havia se casado durante a manhã. Ao longo do dia, os dois tiveram uma discussão dentro da residência.

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Segundo a Guarda Civil Municipal, o agente teria agredido a esposa e efetuado disparos contra ela antes de deixar o local. Depois, ele teria retornado ao imóvel e atirado novamente contra a vítima.

Após o feminicídio, o próprio guarda municipal entrou em contato com a corporação para comunicar o ocorrido.

Mulher morreu após atendimento

Equipes do Samu foram acionadas e prestaram socorro à vítima, mas a mulher não resistiu aos ferimentos. A Polícia Militar prendeu o suspeito em flagrante. Com ele, foram apreendidas uma arma de fogo e munições.

Neste domingo (10), o Tribunal de Justiça de São Paulo informou que a prisão em flagrante foi convertida em preventiva. O caso foi registrado como feminicídio e violência doméstica na 2ª Delegacia de Defesa da Mulher de Campinas.

O guarda municipal foi encaminhado à Cadeia Pública do 2º Distrito Policial, onde permanece à disposição da Justiça.

Corregedoria acompanha investigação

Em nota, a Guarda Municipal de Campinas afirmou que acompanha o caso e lamentou o crime.

“A Guarda Municipal lamenta profundamente o fato e reafirma seu compromisso com o combate a qualquer forma de violência. A Corregedoria da Guarda Municipal acompanha o caso para instaurar procedimentos administrativos e disciplinares cabíveis para apurar a conduta do agente”, informou a corporação.

A instituição também afirmou que colabora integralmente com as investigações da Polícia Civil.

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