A Polícia Civil de São Paulo identificou o homem apontado como mentor intelectual do roubo milionário à Biblioteca Mário de Andrade, no centro da capital paulista, em dezembro de 2025.

Foto: Reprodução.
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A Polícia Civil de São Paulo identificou o homem apontado como mentor intelectual do roubo milionário à Biblioteca Mário de Andrade, no centro da capital paulista, em dezembro de 2025.

Veículo utilizado pelos suspeitos no roubo na Biblioteca Mario de Andrade, em dezembro de 2025.  Foto; Polícia Civil.

Segundo as investigações, Laessio Rodrigues de Oliveira teria articulado a invasão ao local e participado do esquema para inserir as obras furtadas no mercado clandestino de arte.

Operação cumpriu mandados em dois estados

Durante uma operação realizada nesta sexta-feira (22), policiais civis cumpriram mandados de prisão e de busca e apreensão em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Três suspeitos foram presos por envolvimento no caso. Também foram apreendidos celulares e quadros sem comprovação de procedência, que serão analisados pela perícia.

Segundo a polícia, o grupo criminoso atuava com divisão de tarefas, incluindo execução do roubo, ocultação das peças e negociação das obras no mercado ilegal.

Obras históricas foram levadas em 2025

O crime aconteceu em dezembro de 2025, quando homens armados invadiram a Biblioteca Mário de Andrade e renderam funcionários e visitantes.

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Ao todo, 13 obras de arte e documentos históricos foram levados do espaço cultural. Entre os itens furtados estavam gravuras da série “Jazz”, de Henri Matisse, e obras de Candido Portinari.

A investigação aponta que Laessio já era conhecido nacionalmente por envolvimento em roubos de peças de alto valor histórico e artístico.

Polícia continua investigando o esquema

A operação foi conduzida pela Cerco (Central Especializada de Repressão a Crimes e Ocorrências Diversas), ligada ao Decap.

Segundo a Polícia Civil, Laessio e outro investigado já haviam sido presos anteriormente pela Polícia Federal no Rio de Janeiro em outra investigação envolvendo furtos de obras de arte.

Até o momento, não houve manifestação oficial da defesa dos investigados.

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