Quase 50 anos após o crime, Janice Nix foi condenada em Londres por homicídio culposo e crueldade infantil pela morte de sua enteada de 5 anos, Andrea Bernard, em 1978. A menina faleceu devido a complicações de queimaduras graves por água quente. A acusada havia sido presa no Aeroporto de Heathrow em fevereiro de 2025 após desembarcar de uma viagem.
Depois de praticamente 50 anos do crime, enfim Janice Nix, acusada de matar a própria enteada, a pequena Andrea Bernard, que tinha apenas cinco anos em junho de 1978, acabou presa por homicídio culposo e crueldade contra uma criança.
A prisão aconteceu no Aeroporto de Heathrow, em Londres, logo após ela desembarcar de uma viagem a Antígua, em fevereiro de 2025. Segundo informações das autoridades, a suspeita foi abordada por agentes ainda na área do terminal, sendo conduzida imediatamente para interrogatório na delegacia antes de ser formalmente acusada pelos crimes.

Janice Nix
O julgamento e crime histórico
Após um julgamento que se estendeu por três semanas no Tribunal da Coroa de Isleworth, Janice Nix foi considerada culpada pelas acusações. O caso remonta a junho de 1978, quando a pequena Andrea Bernard morreu em circunstâncias violentas na residência da família, em Thornton Heath, no sul de Londres, após ser exposta à água em alta temperatura.
A menina sofreu queimaduras graves e permaneceu internada por semanas, mas acabou não resistindo após desenvolver uma infecção generalizada, falecendo quase seis semanas depois no hospital.
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Durante o julgamento, a acusada, identificada na época como Janice Thomas e posteriormente como Janice Nix, negou as acusações de homicídio culposo e crueldade infantil.
Complicações da vítima
Andrea Bernard morreu em 13 de julho de 1978 em decorrência de um ataque cardíaco provocado por complicações de sepse, após o grave quadro de queimaduras sofrido anteriormente, segundo informações apresentadas no processo.
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As autoridades britânicas classificaram o processo como um dos casos de homicídio mais antigos já tratados por promotores em Londres, devido ao intervalo de quase cinco décadas entre o crime e a condenação.
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