Um funcionário do Instituto Médico Legal (IML) de Santos, no litoral de São Paulo, foi preso após ser acusado de realizar transferências bancárias, Pix, utilizando o celular de um homem morto que estava sob responsabilidade da unidade.

IML de Santos
(Foto: Raimundo Rosa/Prefeitura de Santos)
IML de Santos (Foto: Raimundo Rosa/Prefeitura de Santos)

Um funcionário do Instituto Médico Legal (IML) de Santos, no litoral de São Paulo, foi preso após ser acusado de realizar transferências bancárias, Pix, utilizando o celular de um homem morto que estava sob responsabilidade da unidade.

O suspeito foi identificado como Daniel Nathan Ribeiro Andrade, que trabalhava no necrotério do IML. Segundo as investigações, ele teria acessado o aparelho da vítima, efetuado uma transferência via Pix e, posteriormente, danificado o celular na tentativa de dificultar a apuração dos fatos.

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil.

Família percebeu desaparecimento do dinheiro

De acordo com informações divulgadas pelo UOL, o caso veio à tona após familiares da vítima notarem a ausência de valores na conta bancária do homem falecido.

A suspeita levou ao registro de um boletim de ocorrência no 3º Distrito Policial de Santos, que iniciou as investigações para identificar a origem das movimentações financeiras.

Justiça decretou prisão preventiva

Com o avanço das apurações, a Justiça expediu um mandado de prisão preventiva contra o funcionário.

Segundo a investigação, além da transferência indevida, o suspeito também teria danificado o aparelho celular utilizado para a realização da operação financeira.

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Até o momento, o valor exato transferido da conta da vítima não foi divulgado pelas autoridades.

Crimes investigados

Daniel Nathan Ribeiro Andrade deverá responder por diversos crimes, entre eles:

  • Peculato;
  • Furto;
  • Fraude eletrônica;
  • Destruição de vestígios probatórios.

As acusações ainda serão analisadas durante o andamento do processo judicial.

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Polícia Civil se manifesta

Em nota, a Polícia Civil de São Paulo afirmou que não tolera desvios de conduta praticados por servidores públicos e informou que medidas administrativas também serão adotadas.

“A instituição reforça que não compactua com desvios de conduta e também adotará as medidas administrativas e disciplinares cabíveis”, informou o órgão.

O caso segue sob investigação.

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