Evelyne dos Santos Gonçalves, presa após a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas em um salto de rope jump, afirmou à polícia que apenas “ouviu o barulho” da queda. A tragédia ocorreu no dia 13 de junho na Ponte do Esqueleto, em Limeira (SP).

 Foto: Reprodução.
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Evelyne dos Santos Gonçalves, presa após a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas em um salto de rope jump, afirmou à polícia que apenas “ouviu o barulho” da queda. A tragédia ocorreu no dia 13 de junho na Ponte do Esqueleto, em Limeira (SP).

Foto: Reprodução/Redes Sociais.

A organizadora foi detida no último sábado (20) sob suspeita de obstruir investigações relevantes. Logo após o acidente fatal, ela apagou o perfil “Entre Cordas”, conta oficial da empresa responsável pelo evento nas redes sociais. O vídeo do depoimento foi divulgado pelo portal Metrópoles.

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Depoimento e dinâmica do acidente

Em seu depoimento, Evelyne classificou o episódio como uma “fatalidade”. Ela alegou que não percebeu os avisos do público sobre a ausência de cordas no equipamento de Maria Eduarda antes da realização do salto.

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A jovem explicou que sua função era cadastrar participantes e gerenciar redes sociais. Como trabalhava na área de inscrições, ela não possuía contato visual direto com a plataforma de saltos no momento em que a vítima caiu.

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“Ouvi ‘Meu Deus’ e o barulho. Eu levanto e vejo o Maicon e o Felipe com a mão na cabeça”, declarou à delegada. Maicon e Felipe são os dois instrutores que arremessaram a vítima e também estão presos.

Evelyne relatou ter permanecido em estado de choque na ponte por cerca de 40 minutos após o ocorrido. Ela negou a fuga dos colegas e afirmou que usou o rádio para pedir apoio aos prantos enquanto assimilava a tragédia.

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