O atentado contra o tenente da Rota Ronickson Pimentel dos Santos, irmão de Eloá Pimentel, mobiliza as forças de segurança de São Paulo desde o último sábado (27). O policial militar foi baleado na cabeça enquanto estava em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo, e permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Estadual Mário Covas, em Santo André.

O tenente da Rota Ronickson Pimentel dos Santos, baleado na cabeça no último sábado (27). — Foto: Reprodução/Redes Sociais
O tenente da Rota Ronickson Pimentel dos Santos, baleado na cabeça no último sábado (27). — Foto: Reprodução/Redes Sociais

O atentado contra o tenente da Rota Ronickson Pimentel dos Santos, irmão de Eloá Pimentel, mobiliza as forças de segurança de São Paulo desde o último sábado (27). O policial militar foi baleado na cabeça enquanto estava em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo, e permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Estadual Mário Covas, em Santo André.

Tenente Ronickson Pimentel

Tenente Ronickson Pimentel (Foto: Reprodução / Redes Sociais)

Até o momento, dois suspeitos foram presos temporariamente. Segundo a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo, eles não são apontados como os autores dos disparos, mas teriam prestado apoio logístico aos executores do atentado.

Câmeras registraram a ação dos criminosos

A Polícia Civil e a Polícia Militar seguem à procura dos dois atiradores responsáveis pelo ataque. Novos elementos da investigação podem ajudar a esclarecer a dinâmica do crime.

Segundo o major Marcos Verardino, o celular do tenente ainda não foi localizado.

“O celular do policial foi extraviado e a gente ainda não localizou”, afirmou o oficial.

Imagens de câmeras de segurança mostram os criminosos aguardando a saída do policial de uma academia. Em seguida, um dos suspeitos desce de um carro branco, sobe na garupa de uma motocicleta e efetua os disparos enquanto o tenente aguardava a abertura do semáforo.

Após o crime, a motocicleta utilizada na fuga foi abandonada nas proximidades da comunidade de Heliópolis, na capital paulista.

Investigações seguem para identificar motivação

As investigações também buscam localizar o carro branco utilizado na ação. O veículo foi visto circulando pela Zona Leste de São Paulo cerca de uma hora após o atentado, acompanhado de outros dois automóveis, que já foram apreendidos e encaminhados para perícia.

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De acordo com a polícia, um dos presos confessou participação indireta no crime, enquanto o outro teria auxiliado os atiradores durante a fuga. Até o momento, a motivação do atentado contra o tenente Ronickson Pimentel dos Santos segue sendo investigada pelas autoridades.

Quem é Ronickson Pimentel

Ronickson Pimentel integra a Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) desde 2019. Antes disso, foi fuzileiro naval da Marinha do Brasil entre 2006 e 2009 e, posteriormente, ingressou na Polícia Militar de São Paulo, tornando-se oficial após formação na Academia do Barro Branco.

O nome do tenente também ficou conhecido nacionalmente por ser irmão de Eloá Pimentel, jovem de 15 anos assassinada em outubro de 2008 após permanecer cerca de 100 horas em cárcere privado pelo ex-namorado Lindemberg Alves.

Em 2025, Ronickson participou do documentário Caso Eloá: Refém ao Vivo, da Netflix, no qual relembrou o impacto do crime sobre sua família e criticou a condução do caso.

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