A cantora gospel Izabela Cristy, de 32 anos, voltou a ser alvo de denúncias relacionadas a supostos golpes financeiros semelhantes aos que resultaram em sua condenação por estelionato e participação em um esquema de pirâmide financeira em 2024. Segundo um advogado que representa mais de 100 pessoas que afirmam ter sido prejudicadas, a investigada teria continuado a captar investidores mesmo após a decisão da Justiça.
A cantora gospel Izabela Cristy, de 32 anos, voltou a ser alvo de denúncias relacionadas a supostos golpes financeiros semelhantes aos que resultaram em sua condenação por estelionato e participação em um esquema de pirâmide financeira em 2024. Segundo um advogado que representa mais de 100 pessoas que afirmam ter sido prejudicadas, a investigada teria continuado a captar investidores mesmo após a decisão da Justiça.

Isabela Cristi Gomes e David Robson Barros. (Reprodução)
Conforme os relatos, Izabela, que atualmente estaria morando em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, seguiria atuando ao lado do marido, Davi Barros, na oferta de investimentos com promessas de elevados retornos financeiros em curto período.
Relatos apontam promessas de lucro de até 100%
O caso ganhou repercussão nacional em 2022 e voltou a chamar atenção após novas pessoas procurarem assistência jurídica. As supostas vítimas afirmam que foram convencidas a investir dinheiro mediante a promessa de rendimentos que poderiam chegar a 100% em pouco tempo.
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De acordo com as denúncias, o modelo utilizado seria semelhante ao investigado anteriormente. Os investidores eram atraídos por promessas de alta rentabilidade e, em alguns casos, recebiam os primeiros pagamentos conforme o combinado.
Esse retorno inicial aumentava a credibilidade da operação e estimulava novas aplicações, muitas vezes em valores mais altos. Segundo os relatos, a estratégia levava participantes a reinvestirem recursos ou indicarem novas pessoas ao esquema.
Justiça condenou cantora a mais de nove anos de prisão
Na decisão proferida em 2024, a Justiça condenou Izabela Cristy a uma pena superior a nove anos de prisão pelos crimes de estelionato e pirâmide financeira.
Além da pena privativa de liberdade, a sentença determinou o pagamento de indenizações por danos morais às vítimas e aplicou uma multa milionária. Na ocasião, mais de 300 pessoas foram identificadas como vítimas do esquema investigado.
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Redes sociais seriam usadas para atrair investidores
As novas denúncias indicam que Izabela Cristy e Davi Barros continuariam utilizando as redes sociais para divulgar uma imagem de sucesso financeiro e atrair novos investidores. Nos perfis públicos, a cantora se apresenta como empreendedora internacional e cantora gospel residente em Dubai.
As publicações mostram viagens frequentes e um estilo de vida de alto padrão, incluindo registros em destinos como Emirados Árabes Unidos e Maldivas. Segundo os denunciantes, essa exposição serviria para transmitir credibilidade e estimular novas aplicações financeiras.
Defesa ainda não se manifestou
A reportagem não conseguiu localizar a defesa de Izabela Cristy para comentar as novas denúncias. Até o momento, a cantora e Davi Barros também não se pronunciaram publicamente sobre as acusações apresentadas pelas supostas vítimas.
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