A morte da cantora gospel Ana Clézia, aos 38 anos, gerou grande comoção entre familiares, amigos, admiradores e integrantes da comunidade evangélica. A artista faleceu na sexta-feira (5), em Palmas, no Tocantins, após enfrentar um período de internação devido a complicações de saúde.

Cantora gospel Ana Clézia (Foto: Reprodução/Redes sociais)
Cantora gospel Ana Clézia (Foto: Reprodução/Redes sociais)

A morte da cantora gospel Ana Clézia, aos 38 anos, gerou grande comoção entre familiares, amigos, admiradores e integrantes da comunidade evangélica. A artista faleceu na sexta-feira (5), em Palmas, no Tocantins, após enfrentar um período de internação devido a complicações de saúde.

Após a confirmação da morte, uma das últimas publicações feitas por Ana Clézia nas redes sociais voltou a repercutir entre os seguidores.

Cantora gospel Ana Clézia (Foto: Reprodução/Redes sociais)

Última mensagem de Ana Clézia

Mesmo durante o tratamento, a cantora manteve contato com o público por meio das redes sociais, onde compartilhava mensagens de fé e esperança.

Em uma publicação feita no dia 15 de abril, Ana Clézia mostrou momentos da internação e revelou detalhes da luta que enfrentava contra a doença. Na legenda, ela deixou uma mensagem que emocionou os fãs após sua partida.

“Estou viva e vamos pra guerra porque o nosso general é Cristo e ele nos garante vitória”, escreveu a cantora.

A publicação foi acompanhada por imagens gravadas durante o período em que recebia atendimento médico.

Cantora relatou tratamento meses antes da morte

Na mesma postagem, Ana Clézia contou que vinha enfrentando problemas de saúde relacionados ao fígado e revelou que havia passado por duas internações consecutivas.

“Depois de 12 anos de tratamento, o fígado me levou a duas internações consecutivas. Agora é só continuar orando pelo processo do transplante, pois acima da doença está nosso Deus que não falha”, declarou.

Veja última mensagem de cantora gospel que morreu aos 38 anos (Foto: Reprodução/Redes sociais)

Quem era Ana Clézia?

Filha de pastor e criada em um ambiente cristão, Ana Clézia iniciou sua caminhada na música ainda jovem. Ela ganhou destaque ao formar a dupla Ana Clézia e Laudicéia, tornando-se uma das vozes conhecidas da música gospel no Norte do país.

Ao longo da carreira, as cantoras participaram de congressos, conferências e eventos religiosos em diversas regiões do Brasil. A dupla também realizou apresentações internacionais em países como Portugal e Itália, ampliando seu alcance junto ao público cristão.

Com um repertório voltado à adoração e à fé, Ana Clézia interpretou músicas que conquistaram espaço entre os fiéis, entre elas “Deus É Com Você”, “Ele Virá”, “Lindo Céu” e “Não Tem Lógica”.

Além dos trabalhos lançados em CDs e plataformas digitais, a cantora também mantinha presença ativa nas redes sociais e em canais de streaming, onde compartilhava músicas, testemunhos e mensagens de fé.

Estado de saúde mobilizou correntes de oração

Ana Clézia estava internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Geral de Palmas (HGP), onde recebia tratamento intensivo.

Segundo informações divulgadas pela equipe médica, seu estado de saúde era considerado grave. A cantora permanecia em coma e apresentava complicações como instabilidade da pressão arterial e pneumonia associada à ventilação mecânica.

Na quinta-feira (4), os médicos chegaram a iniciar um procedimento de hemodiálise, mas a intervenção precisou ser interrompida devido à piora do quadro clínico.

Durante os dias de internação, familiares, amigos e membros de diversas igrejas promoveram campanhas de oração e manifestações de apoio nas redes sociais.

Despedida

O cronograma divulgado pela Igreja CIADSETA informou que a primeira cerimônia de despedida foi realizada em Palmas, na Igreja CIADSETA de Taquaralto.

Posteriormente, o corpo foi trasladado para o município de Luzinópolis, onde familiares, amigos e fiéis participaram de um segundo velório. A cerimônia teve início durante a madrugada deste sábado (6) e seguiu ao longo da manhã.

Ana Clézia deixa um legado de fé, música e dedicação ao ministério cristão, sendo lembrada por sua atuação no cenário gospel tocantinense.

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