A Polícia Civil de Minas Gerais voltou, nesta segunda-feira (06), ao apartamento onde o casal Cláudio Atala, de 75 anos, e Maria Clotilde Atala, de 76, foi encontrado morto, no bairro São Pedro, na região Centro-Sul de Belo Horizonte. A nova perícia busca esclarecer detalhes da dinâmica do crime e verificar se a diarista Paola Stefany Neto Cirino, de 30 anos, utilizou mais de uma arma branca durante o latrocínio.
A Polícia Civil de Minas Gerais voltou, nesta segunda-feira (06), ao apartamento onde o casal Cláudio Atala, de 75 anos, e Maria Clotilde Atala, de 76, foi encontrado morto, no bairro São Pedro, na região Centro-Sul de Belo Horizonte. A nova perícia busca esclarecer detalhes da dinâmica do crime e verificar se a diarista Paola Stefany Neto Cirino, de 30 anos, utilizou mais de uma arma branca durante o latrocínio.

Paola Stefany Neto Cirino suspeita de matar os idosos (Foto: reprodução)
Polícia investiga possível uso de outra arma
Segundo os investigadores, a principal linha de apuração é confirmar se, além da faca de caça apontada como arma do crime, outro objeto cortante da residência também foi utilizado nos assassinatos.
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Para isso, os peritos utilizam luminol, substância capaz de revelar vestígios de sangue mesmo após tentativas de limpeza, na tentativa de identificar evidências que possam ajudar a reconstituir a sequência dos fatos.
A Polícia Civil também avalia realizar uma reconstituição do crime nos próximos dias para esclarecer com maior precisão como ocorreram as mortes do casal.
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Diarista confessou o crime
Paola Stefany Neto Cirino confessou ter matado Cláudio Atala e Maria Clotilde após ser presa na última quarta-feira (01). A informação de que ela teria utilizado uma faca de caça consta na decisão da juíza Juliana Beretta Kirche Ferreira Pinto, proferida após a audiência de custódia realizada na última sexta-feira (03).
Apesar da referência à arma utilizada, a decisão judicial não informa quando nem onde a faca foi localizada pelas autoridades. A Polícia Civil foi procurada para esclarecer esses detalhes, mas ainda não havia divulgado novas informações.
Justiça manteve prisão preventiva
Na decisão, a magistrada considerou legal a prisão em flagrante da suspeita, mesmo ela tendo sido detida dois dias após o crime. Segundo a juíza, as buscas começaram logo após o latrocínio e ocorreram de forma ininterrupta, caracterizando o chamado flagrante impróprio. Diante da gravidade do caso e do risco à ordem pública, a prisão em flagrante foi convertida em prisão preventiva.
Inquérito deve ser concluído nos próximos dias
A expectativa da Polícia Civil é concluir o inquérito em até dez dias após a prisão da diarista. O prazo, no entanto, poderá ser prorrogado caso novas diligências, perícias ou outras etapas da investigação sejam consideradas necessárias para esclarecer completamente o crime.
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