Erivanda da Silva Alcântara, de 23 anos, foi presa em flagrante na sexta-feira (10) em Ipu (CE) suspeita de assassinar o atual companheiro, Francisco José Rodrigues da Silva. A Justiça converteu a detenção em prisão preventiva neste sábado (11) após perícias encontrarem cabelos dela na cena do crime. A acusada possui uma extensa ficha criminal e já respondia em liberdade por ter matado outro companheiro a facadas no ano de 2021.

(Foto: Reprodução)
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Uma mulher, velha conhecida da Polícia Civil do Ceará, identificada como Erivanda da Silva Alcântara, de 23 anos, foi presa novamente nesta sexta-feira (10), na cidade de Ipu, no interior do Ceará.

Desta vez, ela foi presa em flagrante por suspeita de homicídio do companheiro Francisco José Rodrigues da Silva, de 39 anos, que teve seu corpo encontrado com sinais de violência na zona rural do município.

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Prisão em flagrante após matar 2º marido

De acordo com a decisão judicial, Erivanda era a única pessoa presente na residência com a vítima durante a noite do crime. Policiais civis localizaram a suspeita em frente a uma agência bancária no centro de Ipu, portando uma mochila. Ela foi encaminhada à delegacia e autuada em flagrante por homicídio doloso.

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Na audiência de custódia deste sábado (11), a prisão em flagrante foi convertida em prisão preventiva. Segundo depoimentos, houve discussão entre o casal durante a madrugada, e a própria Erivanda admitiu estar sozinha com a vítima no local. Elementos periciais apontaram que cabelos encontrados na sala pertenciam à suspeita.

Histórico criminal reincidente

O histórico policial da suspeita não é pequeno e um detalhe chama a atenção. Suas passagens incluem acusações por homicídio, lesão corporal, resistência e desacato. Ela já responde por outro processo de homicídio, ocorrido em 2021, quando também teria atacado um companheiro com golpes de arma branca.

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No caso de 2021, Erivanda chegou a ser presa, mas foi liberada dois dias depois, mediante medidas cautelares como apresentação à Justiça e proibição de mudar de endereço sem comunicar o juízo. Mesmo assim, ela descumpriu as restrições, tornando-se foragida durante o processo. Por isso, sua prisão foi revertida em preventiva.

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